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sexta-feira, 30 de junho de 2017

Borboleta Ascia monuste (Linnaeus, 1764)

     A Borboleta da espécie Ascia monuste (Linnaeus, 1764) é uma das mais comuns no Brasil, mas sua distribuição geográfica não está restrita a esse país, pois ela é típica das Américas. Ela é observada principalmente em áreas abertas, jardins e plantações, onde os indivíduos adultos alimentam-se de néctar de várias flores. No entanto as lagartas(fase larval) dessa espécie consomem as folhas de várias plantas da família Brassicaceae, como a couve (Brassica oleracea L.), brócolis (Brassica oleracea L.),agrião (Lepidium ruderale L.),mostarda (Sinapis arvensis L.) e nabiça (Raphanus raphanistrum L.), sendo em alguns casos essas lagartas consideradas pragas, devido ao grande impacto nas plantações causando prejuízo financeiro. Porém, é importante ressaltar que essa espécie na fase adulta(alada) é uma das principais polinizadoras dessas mesmas plantas que são consumidas pelas lagartas. 
   "A lagarta apresenta coloração amarelada nos três primeiros instares e cinza esverdeada nos últimos, com a cabeça de cor amarela em tom escuro. O adulto possui asas de coloração branca amarelada, com bordas em marrom escuro na parte dorsal e marrom claro na parte ventral. Os sexos diferenciam-se por a fêmea apresentar uma pequena mancha no primeiro par de asas, e ter coloração na borda das asas mais intensa que o macho(Costa et al, 2012)."

Referências
Ascia m. monuste (Linnaeus, 1764). Disponível em http://butterfliesofamerica.com/ascia_m_monuste.htm Acesso em 30 de junho de 2017.

Costa, Mariana Fonseca; Salvadé,Vanessa Santos & De Avila Jr,Rubem Samuel; Ciclo do desenvolvimento pós-embrionário de Ascia monuste (Linnaeus)(Lepidoptera, Pieridae) Anais do Salão Internacional de Ensino, Pesquisa e Extensão. 2012. Disponível em : http://seer.unipampa.edu.br/index.php/siepe/article/view/1367 Acesso em 30 de junho de 2017. Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

quarta-feira, 21 de junho de 2017

Piriqueta guianensis N. E. Br

A espécie 'Piriqueta guianensis' pertence a família Turneraceae.
Esta erva perene faz parte da vegetação dos biomas Mata Atlântica, Caatinga, Cerrado e Amazônia, distribuindo-se nas seguintes regiões e estados brasileiros: Norte (Roraima, Tocantins) e Nordeste (Alagoas, Bahia, Ceará, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte e Sergipe).

Referências
BFG. Growing knowledge: an overview of Seed Plant diversity in Brazil. Rodriguésia, Rio de Janeiro, v. 66, n. 4, p. 1085–1113, 2015.

ROCHA, L.; MELO, J. I. M.; CAMACHO, R. G. V. Flora do Rio Grande do Norte, Brasil: Turneraceae Kunth ex DC. Rodriguésia, Rio de Janeiro, v. 63, n. 4, p. 1085–1099, 2012.
 
ROCHA, L.; RAPINI, A. Flora da Bahia: Turneraceae. Sitientibus, Série Ciências Biológicas, Feira de Santana, v. 15, p. 15–72, 2015.
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domingo, 11 de junho de 2017

Andorinha-do-rio Tachycineta albiventer (Boddaert, 1783)

    Ave conhecida popularmente como Andorinha-do-rio ou Andorinha-ribeirinha, entretanto seu nome científico é único, Tachycineta albiventer (Boddaert, 1783).
   O individuo adulto mede cerca de 13cm de comprimento,sendo machos e fêmeas muito parecidos. De acordo com (Turner e Rose, 1989) a espécie pode ser identificada através da presença de mancha branca nas penas de voo interiores, enquanto as penas de voo exteriores são mais pretas, azul e verde de acordo a exposição a luz. Ainda de acordo com das condições de luminosidade a cabeça é azulada, a testa varia entre o verde e o azul brilhante, os loros são pretos, as auriculares de cor preta azulada e a parte ventral é praticamente toda branca. 
  A Andorinha-do-rio(Tachycineta albiventer) é observada frequentemente aos casais ou em pequenos grupos, geralmente associada a porções de água como rios(daí seu nome popular), açudes e lagos. As margens desses ecossistemas aquáticos constroem seus ninhos, em fendas de árvores ou em barrancos sendo nesse caso, o buraco escavado como uma tigela, onde adiciona capins e outros materiais macios. Alimenta-se de insetos que captura em voos rápidos, as vezes sobrevoando a lâmina d´água nesses locais.
    Essa espécie tem sua distribuição geográfica em praticamente toda a América do Sul, sendo que no Brasil ocorre em todas as regiões do país. Durante as minhas excursões pelo estado do Rio Grande do Norte, observei essa espécie nas mesorregiões Central Potiguar, Agreste Potiguar e Leste Potiguar, mas ela é relativamente comum em todo território do RN.

Referências
BirdLife International. 2016. Tachycineta albiventer. The IUCN Red List of Threatened Species 2016: e.T22712065A94317143. http://dx.doi.org/10.2305/IUCN.UK.2016-3.RLTS.T22712065A94317143.en. Downloaded on 11 June 2017.

FREIRE, A. A. 1999. Lista Atualizada de Aves do Estado do Rio Grande do Norte. Natal: Instituto de Desenvolvimento Econômico e Meio Ambiente do Rio Grande do Norte-IDEMA. 20 p.

GOP, F. Sagot-Martin. Lista I aves RN-arquipélagos extr. NE Brasil. Táxeus | Listas de espécies. 10/01/2003.

LIMA, Pedro Cerqueira. Aves do litoral norte da Bahia. – 1 ed. – Bahia: AO, 2006.

SICK, H. Ornitologia Brasileira. Rio de Janeiro: Nova Fronteira. 1997. 863p.
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domingo, 4 de junho de 2017

Carrapicho-de-cavalo Krameria tomentosa A.St.-Hil.

  Planta conhecida popularmente como Carrapicho-de-cavalo, Carrapichinho, Ratanha de Nova Granada , Ratanha de salvanille, entretanto seu nome científico é único, Krameria tomentosa A.St.-Hil.
    Espécie nativa com ocorrência confirmada na Bolívia e Brasil, neste país sendo encontrada nos biomas da Amazônia, Caatinga, Cerrado e Mata Atlântica com distribuição nos seguintes estados: Amazonas, Pará, Rondônia, Tocantins, Alagoas, Sergipe, Maranhão, Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Bahia, Distrito Federal, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás, Minas Gerais e Rio de Janeiro.
    Planta perene de porte subarbustivo a arbustivo que atinge cerca de 1 m de altura. Ela é utilizada na medicina popular no combate a disenterias,diarréias, hemorragias, hemorroidas e estomatites.

Referências

Costa-Lima, J.L. Krameriaceae in Flora do Brasil 2020 em construção. Jardim Botânico do Rio de Janeiro. Disponível em: <http://floradobrasil.jbrj.gov.br/reflora/floradobrasil/FB8094>. Acesso em: 04 Jun. 2017
Organizador Rafaela Campostrini Forzza... et al. Catálogo de plantas e fungos do Brasil, volume 2. Rio de Janeiro : Andrea Jakobsson Estúdio : Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro, 2010.

Renato Braga. Plantas do nordeste,especialmente do Ceará. Fortaleza:coleção mossoroense-volume XLII,1996. P:175.
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