KLEINERT AMP, Martínez CAM, Luz CLS et al. (2020) Plantas e pólen em áreas urbanas: uso no paisagismo amigável aos polinizadores. In: Kleinert AMP, Silva CI (eds) Rio Claro: CISE.
Bem-vindo! Aqui compartilho meus registros da fauna e flora do Rio Grande do Norte, resultado de trilhas e expedições pelos diferentes biomas do estado, transformando essa vivência em conhecimento aplicado à educação ambiental.
segunda-feira, 17 de fevereiro de 2025
De Erva Daninha a Tesouro Medicinal: Os Segredos da planta erva-de-touro Tridax procumbens L
KLEINERT AMP, Martínez CAM, Luz CLS et al. (2020) Plantas e pólen em áreas urbanas: uso no paisagismo amigável aos polinizadores. In: Kleinert AMP, Silva CI (eds) Rio Claro: CISE.
domingo, 13 de outubro de 2024
Grão-de-galo(Cordia superba) uma espécie versátil e adaptável da flora brasileira
Cordia in Flora e Funga do Brasil. Jardim Botânico do Rio de Janeiro. Available at:<https://floradobrasil.jbrj.gov.br/FB16530>. consulta.publica.uc.citacao.acesso.em12 out. 2024.
DIESEL, Katarine Maria Freire. Florestas urbanas em Natal, RN: florística, conectividade e viabilidade de um jardim botânico. 2018. 85f. Dissertação (Mestrado em Ciências Florestais) - Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Natal, 2018.
LORENZI, H. Árvores brasileiras: manual de identificação e cultivo de plantas arbóreas nativas do Brasil. Nova Odessa: Instituto Plantarum, v. 1, ed. 5, 2008.
domingo, 7 de maio de 2023
Cana-do-brejo(Costus spiralis), uma erva de muitas utilidades na medicina popular
Durante as minhas expedições pelo Rio Grande do Norte tenho observado essa espécie apenas na Mesorregião Leste Potiguar, principalmente nas proximidades de riachos no município de Baía Formosa.
Agradeço a Nilce Bravo pela ajuda na identificação em nível de espécie.Araújo FP, Oliveira PE. Biologia floral de Costus spiralis (Jacq) Roscoe (Costaceae) e mecanismos para evitar a autopolinização. Rev. Bras. Bot. 2007; 30(1): 61-70. ISSN: 0100-8404.
Coelho-Ferreira, M. ; LAMEIRA, O. A. ; MEDEIROS, A. P. R. ; BARBOSA, R. K. C.. Costus spiralis - Canarana. In: Lidio Coradin; Julcéia Camillo; Ima Célia Guimarães Vieira. (Org.). Espécies nativas da flora brasileira de valor econômico atual ou potencial: plantas para o futuro: região norte. 53ed.Brasília: MMA, 2022, v. , p. 1041-1046.
Duarte RC, Andrade LA, Oliveira T. REVISÃO DA PLANTA COSTUS SPIRALIS (JACQ.) ROSCOE: Pluralidade em propriedades medicinais. Rev Fitos [Internet]. 9º de janeiro de 2018 [citado 7º de maio de 2023];11(2):231-8. Disponível em: https://revistafitos.far.fiocruz.br/index.php/revista-fitos/article/view/486
Pimentel, A.A.M.P. Cultivo de plantas medicinais na Amazônia. Belém: FCAP, 1994. 114p.
quarta-feira, 13 de abril de 2022
Gravatá Bromelia arenaria Ule, uma espécie exclusivamente nordestina
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| Gravatá(Bromelia arenaria). Foto: Francisco V. Souza |
Planta conhecida popularmente como Gravatá ou Caraguatá-da-areia, porém seu nome científico é Bromelia arenaria Ule. Ela pertence a família Bromeliaceae.
Essa espécie apresenta porte herbáceo, brácteas florais oblongas e inflorescências róseas com pétalas roxas. B. arenaria assim como outras bromélias é visitada por diversas espécies de animais, os quais uns buscam a mesma como fonte de alimento e outros como abrigo. Devido a beleza das suas flores é considerada como espécie ornamental.
Gravatá(Bromelia arenaria) é nativa no domínio Caatinga e endêmica(ocorre exclusivamente aqui) do Brasil, tendo ocorrência confirmada apenas nas caatingas do Nordeste brasileiro. Durante as minhas excursões pelo estado do Rio Grande do Norte, tenho observado ela nas mesorregiões Agreste Potiguar e Central Potiguar.
Agradecimento ao amigo Leonardo Jales Leitão que ajudou na identificação em nível de espécie.
Referências
Kiill, Lúcia Helena Piedade. Plantas ornamentais da Caatinga = Ornamental plants of the Caatinga / Lúcia Helena Piedade Kiill, Daniel Terao, Ivan André Alvarez. Brasília, DF : Embrapa, 2013.Monteiro, R.F. Bromelia in Flora e Funga do Brasil. Jardim Botânico do Rio de Janeiro.Disponível em: <https://floradobrasil.jbrj.gov.br/FB16576>. Acesso em: 13 abr. 2022
Tomaz, Eduardo Calisto. Taxonomia e biogeografia de Bromeliaceae na distribuição norte da Caatinga e Mata Atlântica do Brasil. 2019. 222f. Dissertação (Mestrado em Sistemática e Evolução) - Centro de Biociências, Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Natal, 2019.
domingo, 16 de janeiro de 2022
Bromélia-Cascavel Cryptanthus zonatus (Vis.) Vis., espécie ameaçada de extinção
Planta da família Bromeliaceae(das bromélias), conhecida vulgarmente como Bromélia-cascavel, enquanto que cientificamente ela recebeu o nome de Cryptanthus zonatus (Vis.) Vis..
Essa espécie apresenta porte herbáceo com folhas prostradas a arqueadas com variação de coloração, o que torna ela muito atrativa do ponto de vista ornamental, sendo coletada indiscriminadamente na natureza para comercialização. Sua floração geralmente ocorre entre os meses de março e abril, no qual as flores já foram observadas sendo visitadas por beija-flor(Phaetornis ruber) e principalmente por uma espécie de abelha(Eulaema nigrita).
A Bromélia-Cascavel(Cryptanthus zonatus) é uma espécie nativa e endêmica do Brasil, ou seja, ocorre exclusivamente nesse país, estando restrita ao domínio da Mata Atlântica nordestina, tendo sido confirmada sua presença apenas nos estados de Alagoas, Paraíba, Pernambuco, Rio Grande do Norte e Sergipe.
Considerando a sua restrita área de distribuição, ao relativo pequeno número de suas subpopulações, a fragmentação e perda de habitat e sua extração ilegal para comercialização como ornamental, ela encontra-se ameaçada de extinção na categoria vulnerável(CNCFlora,2022).
Durante as minhas expedições pelo Rio Grande do Norte tenho observado essa espécie apenas na Mesorregião Leste Potiguar, principalmente de Natal até Baía Formosa, especificamente no Parque das dunas e na RPPN Mata Estrela.
domingo, 1 de novembro de 2020
Aechmea muricata (Arruda) L.B.Sm. , uma bromélia nordestina ameaçada de extinção
Aechmea muricata (Arruda) L.B.Sm. é o nome científico desta planta(foto), ela pertence a família Bromeliaceae, da qual também fazem parte por exemplo, a macambira-de-flecha e o cravo-do-mato.
Aechmea muricata possui inflorescência subcilíndrica verde do tipo espiciforme("forma de espiga"), pedúnculo coberto por brácteas, onde destacam-se as flores tubulosas de cor lilás ou azul. De porte herbáceo ela é principalmente terrícola, mas também se apresenta como epífita em áreas de várzea, tanto em área aberta como sombreada.
A. muricata é endêmica do Nordeste do Brasil, ou seja, é encontrada apenas nessa região, ocorrendo geralmente em áreas arenosas da costa nordestina, fazendo parte da vegetação de restinga, inclusa no bioma ou domínio da Mata Atlântica. Atualmente essa espécie foi confirmada apenas para os estados de Alagas, Pernambuco e Rio Grande do Norte. Ela está ameaçada de extinção e aqui no Rio Grande do Norte a única população documentada encontra-se na RPPN Mata Estrela(Baía Formosa, RN), destacando a grande importância da manutenção dessa Reserva, na qual são encontradas outras espécies animais e vegetais ameaçadas de extinção.
Agradeço a Edweslley de Moura pela ajuda na identificação em nível de espécie.
Referências
Maciel, Jefferson Rodrigues
Estudos taxonômicos, filogenéticos e biogeográficos em Aechmea (Bromeliaceae). Tese
(doutorado) – Universidade Federal de Pernambuco. Centro de Biociências.
Biologia Vegetal, Recife, 2017.
Magalhães, R., Versieux, L.M.,
& Calvente, A.M. 2014. Aechmea muricata (Arruda) L.B. Sm. (Bromeliaceae: Bromelioideae):
a new record of a threatened species for Rio Grande do Norte, Northeastern
Brazil. Checklist 10: 434-435.
Tomaz, Eduardo Calisto. Taxonomia e biogeografia de Bromeliaceae na distribuição norte da Caatinga e Mata Atlântica do Brasil. 2019. 222f. Dissertação (Mestrado em Sistemática e Evolução) - Centro de Biociências, Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Natal, 2019.
domingo, 20 de setembro de 2020
Coronha Vachellia farnesiana (L.) Wight & Arn., a planta das flores perfumadas
Nomenclatura e classificação científica
Aspectos biológicos da espécie Vachellia farnesiana
Aspectos ecológicos da espécie Vachellia farnesiana
Importância e usos da espécie Vachellia farnesiana
Distribuição geográfica e ocorrência da espécie Vachellia farnesiana
BRAGA, Renato. Plantas do nordeste, especialmente do Ceará. Fortaleza: coleção mossoroense-volume XLII,1976.
LORENZI, H. Árvores brasileiras: manual de identificação e
cultivo de plantas arbóreas nativas do Brasil. Nova Odessa: Plantarum, 1998. 2.ed.
v.2.
PARROTTA, J. A. 1992. Acacia farnesiana (L.) Willd.–Aroma,
huisache. Research Note SO-ITF-SM-49.U.S. Department of Agriculture, Forest
Service,.Southern Forest Experiment Station, New Orleans. 6.
QUEIROZ, L. P. Leguminosas da caatinga. Universidade
estadual de Feria de Santana: UEFS, 2009. 467p.
SILVA, Kelina B. ; Pinto, M. do S. de C. e Souza,N. A. de. Morfometria de frutos e diásporos de Acacia farnesiana (L.) Willd.. Revista Verde (Mossoró – RN - Brasil), v 9. , n. 2 , p. 76 - 82, abr-jun 2014.
VACHELLIA in Flora do Brasil 2020 em construção. Jardim Botânico do Rio de Janeiro. Disponível em: <http://reflora.jbrj.gov.br/reflora/floradobrasil/FB114576>. Acesso em: 19 set. 2020.
domingo, 17 de maio de 2020
Louco Plumbago scandens L. uma planta nativa tóxica
Carneiro,F. M.; Silva, M. J. P.; Borges ,L.L.; Albernaz , L. C. & Costa, J. D. P.. Tendências dos Estudos com Plantas Medicinais no Brasil. Revista Sapiência: sociedade, saberes e práticas educacionais – UEG/Câmpus de Iporá, v.3, n. 2, p.44-75 – jul/dez 2014.
Embrapa. Plantas no Pantanal tóxicas para bovinos. Disponível em: http://old.cnpgc.embrapa.br/publicacoes/livros/plantastoxicas/20louco.html Acesso em 17 de maio de 2020.
Funez, L.A. Plumbaginaceae in Flora do Brasil
2020 em construção. Jardim Botânico do Rio de Janeiro.Disponível em: <http://reflora.jbrj.gov.br/reflora/floradobrasil/FB12940>.
Acesso em: 17 mai. 2020
Moura, Edweslley Otaviano de(2017). Relações florísticas e ambientais no litoral semiárido do Rio Grande do Norte, Brasil. Dissertação (Mestrado). UFRN,Natal,RN.
domingo, 1 de março de 2020
Catolé Syagrus cearensis Noblick, uma palmeira de muita utilidade
Catolé Syagrus cearensis Noblick: informações gerais.
Usos e importância do Catolé(Syagrus cearensis)
O óleo extraído das amêndoas de S. cearensis é usado na produção de biodiesel, na culinária e também na produção de cosméticos como hidratantes para a pele. Seu uso através da medicina popular é indicado para tratar problemas estomacais, combater diarreia e como diurético. Partes dela como suas folhas são usadas por nativos na confecção de produtos artesanais, como: chapéus de palha, vassouras,abanadores,espanadores e bolsas, enquanto que o seu caule(estipe) é usada como banquetas de decoração.
Em períodos de grande estiagem na região semi-árida foi comprovada o uso de folhas do Catolé como forragem para animais como bovinos, caprinos e ovinos. Além disso, seus frutos e amêndoas são apreciados tanto pelo homem como pela fauna regional, incluindo aves e mamíferos nativos como por exemplo respectivamente da maracanã-verdadeira(Primolius maracana) e do mocó( Kerodon rupestris), além da fauna exótica introduzida como os bovinos. Dessa forma, fica evidente a necessidade do uso orientado e sustentável do Catolé(S. cearensis) pelas populações locais, pois estas frequentemente fazem uso extrativista da espécie supracitada.
Principais constituintes do fruto e da amêndoa do Catolé(Syagrus cearensis)
Ocorrência do Catolé(Syagrus cearensis)
Referências
Meireles, Bruno Raniere Lins de Albuquerque. Potencial nutricional e antioxidante do fruto do Catolé(Syagrus cearensis). Tese apresentada ao programa de pós-graduação em Ciência e Tecnologia de Alimentos da Universidade Federal da Paraíba. João Pessoa,PB, 2017.
Pichorim, M., França Câmara, T. P., Marques de Oliveira-Júnior, T., Valdenor de Oliveira, D., Galvão do Nascimento, E. P. and Mobley, J. A. 2014. A population of Blue-winged Macaw Primolius maracana in northeastern Brazil: recommendations for a local Conservation Action Plan. Tropical Conservation Science Vol.7 (3):488-507. Available online: www.tropicalconservationscience.org
sábado, 23 de novembro de 2019
Uruba Monotagma cf. plurispicatum (Körn.) K. Schum
| Monotagma sp. |
Costa, Flávia R. C.; Fábio Penna Espinelli, Fernanda O. G. Figueiredo. Guia de marantáceas da Reserva Ducke e da Reserva Biológica do Uatumã. Manaus : INPA, 2008.
Fundação SOS Mata Atlântica/ Prefeitura Municipal de João Pessoa. PLANO MUNICIPAL DE CONSERVAÇÃO E RECUPERAÇÃO DA MATA ATLÂNTICA. Disponível em https://www.sosma.org.br/wp-content/uploads/2014/04/pmma_joao_pessoa.pdf Acesso em 02 de nov. 2019.
Luna,Naédja Kaliére Marques de, Edlley Pessoa & Marccus Alves. Flora da Usina São José, Igarassu, Pernambuco: Zingiberales. Rodriguésia 67(1): 261-273. 2016
Mariana Naomi Saka. Flora das cangas da Serra dos Carajás, Pará, Brasil: Marantaceae. Rodriguésia 68, n.3 (Especial): 987-990. 2017.
domingo, 1 de setembro de 2019
Louro-preto Cordia glabrata (Mart.) A.DC.
Agradecimento ao amigo Leonardo Jales Leitão que ajudou na identificação em nível de espécie.
terça-feira, 30 de julho de 2019
Cravo-de-urubu Chresta martii (DC.) H.Rob.
Referências
sábado, 6 de julho de 2019
Homalolepis trichilioides (A.St.-Hil.) Devecchi & Pirani
Referência
Devecchi, M.F.; Pirani, J.R.; Thomas, W.W. Simaroubaceae in Flora do Brasil 2020 em construção. Jardim Botânico do Rio de Janeiro.Disponível em: <http://reflora.jbrj.gov.br/reflora/floradobrasil/FB604275>. Acesso em: 30 Jun. 2019
domingo, 16 de junho de 2019
Baraúna Schinopsis brasiliensis Engl., uma das árvores mais alta da Caatinga
Suas flores brancas e aromáticas são pequenas(3 a 4mm), elas formam inflorescências do tipo panícula com tamanho de até 12cm de comprimento e aparecem no final da estação chuvosa. Já o fruto da Baraúna(S. brasiliensis) é classificado como seco e do tipo drupa alada com até 3,5cm de comprimento, sendo seu mesocarpo composto por uma massa esponjosa-farinácea, onde se encontra uma semente amarelada. A frutificação ocorre geralmente de agosto a setembro e a dispersão é feita pelo vento, ou seja, anemocórica.
CARDOSO, M.P.; LIMA, L.S.; DAVID, J.P.; MOREIRA, B.O.; SANTOS, E.O.; DAVID, J.M.; ALVES,C.Q. A New Biflavonoid from Schinopsis brasiliensis (Anacardiaceae). Journal of the
Brazilian Chemical Society, 26(7), 1527-1531, 2015.
CARVALHO, P.E.R. Braúna-do-sertão - Schinopsis brasiliensis. Colombo, Paraná: Embrapa Florestas. Comunicado Técnico, 222, 2009. 9p.
FLORA DO BRASIL. Anacardiaceae in Flora do Brasil 2020 em construção. Jardim Botânico
do Rio de Janeiro. Disponível em: <http://reflora.jbrj.gov.br/reflora/listaBrasil/FichaPublicaTaxonUC/FichaPublicaTaxonUC.do?id=FB4396>. Acesso em: 16 jun. 2019.
GUIMARÃES, P.G.; MOREIRA, I.S.; CAMPOS-FILHO, P.C.; FERRAZ, J.L.; NOVAES, Q.S.; BATISTA,R. Antibacterial activity of Schinopsis brasiliensis against phytopathogens of agricultural
interest. Revista Fitos, 9(3), 167-176, 2015.
LORENZI, H. Árvores brasileiras: manual de identificação e cultivo de plantas arbóreas nativas do Brasil. Nova Odessa: Instituto Plantarum, v. 1, ed. 5, 2008.
SANTOS, C.C.S. et al. Evaluation of the toxicity and molluscicidal and larvicidal activities of Schinopsis brasiliensis stem bark extract and its fractions. Revista Brasileira de Farmacognosia,24, 298-303, 2014.
domingo, 26 de maio de 2019
Bromélia Aechmea patentissima (Mart. ex Schult. & Schult.f.) Baker
domingo, 31 de março de 2019
Helicônia Heliconia psittacorum L.f. uma planta ornamental
| Helicônia(Heliconia psittacorum) observada na Mata do Pilão,Espírito Santo,RN,Brasil. |
| Helicônia(Heliconia psittacorum) observada em fragmento de Mata Atlântica,Baía Formosa,RN,Brasil. |
Organizador Rafaela Campostrini Forzza... et al. Catálogo de plantas e fungos do Brasil, volume 2. Rio de Janeiro : Andrea Jakobsson Estúdio : Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro, 2010.
domingo, 17 de março de 2019
Maranta Goeppertia villosa (Lindl.) Borchs. & S.Suárez
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| Maranta(Goeppertia villosa) observada em fragmento de Mata Atlântica no município de Baía Formosa,RN,Brasil. |
domingo, 3 de fevereiro de 2019
Canafístula-brava Senna martiana (Benth.) H.S.Irwin & Barneby
Referências
Queiroz, L.P. 2009. Leguminosas da Caatinga. Universidade Estadual de Feira de Santana/Royal Botanic Gardens, Kew/Associação Plantas do Nordeste, Feira de Santana.
MACEDO, E. M. S. Estudo Químico de Plantas do Nordeste com atividade antioxidante: Senna martiana Benth (I. e B). 2006. 149 f. Dissertação (Mestrado em Química Orgânica) - Centro de Ciências, Universidade Federal do Ceará, Fortaleza, 2006.
Maria Góis Miranda, Jéssica; Carvalho de Alencar Barbosa, Dilosa. Biometria, germinação e efeito do déficit hídrico no crescimento e trocas gasosas de Senna martiana (Benth.) Irwin & Barneby (Leg Caesalpinioideae). 2005. Dissertação (Mestrado). Programa de Pós-Graduação em Biologia Vegetal, Universidade Federal de Pernambuco, Recife, 2005.
Paulo Sérgio Monteiro Ferreira, Dilma Maria de Brito Melo Trovão e José Iranildo Miranda de Melo. Leguminosae na APA do Cariri, Estado da Paraíba, Brasil. Hoehnea 42(3): 531-547, 1 tab., 4 fig., 2015.
sábado, 19 de janeiro de 2019
Cabacim-bravo Matelea ganglinosa (Vell.) Rapini
domingo, 6 de janeiro de 2019
Mangue-branco Laguncularia racemosa (L.) C.F.Gaertn.
Suas folhas arredondadas são opostas e possuem um pecíolo vermelho contendo nectários extraflorais(par de glândulas arredondadas) em sua base que também apresentam glândulas para exclusão do excesso do sal, proporcionando grande tolerância à salinidade. As suas inflorescências são do tipo espigas com flores branco-esverdeadas sésseis. Segundo a literatura as folhas e ou caules de Mangue-branco(Laguncularia racemosa) são usadas na medicina popular para confecção de chás e infusões contra a disenteria, febre e escorbuto.
Ela geralmente ocorre na região da interface entre o manguezal e a terra firme, com distribuição no litoral meridional da Flórida, México, América Central e na América do Sul desde o litoral do Equador ao Brasil. Neste, ocorre nos biomas da Mata Atlântica e Amazônia associada aos ecossistemas de restinga e manguezal, sendo confirmada nas seguintes regiões e estados brasileiros respectivamente: Norte (Amapá e Pará), Nordeste (Alagoas, Bahia, Ceará, Maranhão, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte e Sergipe), Sudeste (Espírito Santo, Rio de Janeiro e São Paulo) e Sul (Paraná e Santa Catarina). Durante as minhas excursões pelo estado do Rio Grande do Norte, tenho observado essa espécie sempre no ecossistema de manguezal em toda costa potiguar, desde Baía Formosa até Grossos.
Renato Braga. Plantas do nordeste,especialmente do Ceará. Fortaleza:coleção mossoroense-volume XLII,1976.


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