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sábado, 26 de março de 2016

Hydrocleys nymphoides (Willd.)

    Planta aquática nativa da América Central e do Sul, sendo geralmente encontrada em ambientes de água rasos. Erva perene que em algumas regiões é cultivada em lagoas e outros ambientes aquáticos artificiais. Pertence a família Alismataceae.

Quer saber mais? Acesse:
Hydrocleys nymphoides (Willd.). Disponível em: http://www.missouribotanicalgarden.org/PlantFinder/PlantFinderDetails.aspx?kempercode=b812 Acesso em 11 de janeiro de 2016.


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domingo, 20 de março de 2016

Borboleta Danaus eresimus plexaure (Godart, 1819)


  A espécie Danaus eresimus plexaure (Godart, 1819) é uma borboleta que pertence a família Nimphalidae e a subfamília Danainae, da qual também faz parte a Borboleta-rainha(Danaus gilippus).
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domingo, 13 de março de 2016

Alma-de-gato Piaya cayana (Linnaeus, 1766)


   Ave conhecida popularmente com Alma-de-gato(canto parece o gemido de um gato), Alma-perdida, Alma-de-caboclo, Atibaçu, Atingaçu, Atingaú, Atinguaçu, Atiuaçu, Chincoã, Crocoió, Maria-caraíba, Meia-pataca, Oraca, Pataca, Pato-pataca, Piá, Picuã, Picumã, Rabilonga, Rabo-de-escrivão, Rabo-de-palha, Tincoã, Tinguaçu, Titicuã, Uirapagé, Urraca e Pecuã. Entretanto seu nome científico é Piaya cayana (Linnaeus, 1766). 
    Pertence a família Cuculidae da qual também fazem parte por exemplo, anu-preto(Crotophaga ani), anu-branco(Guira guira) e papa-lagarta-de-euler(Coccyzus euleri).
Indivíduos adultos(tanto machos como fêmeas) possuem plumagem ferrugínea no dorso, peito acinzentado, região ventral escura, cauda extremamente longa também escura e com as pontas das retrizes claras, bico amarelado e íris vermelha.
   Alimenta-se de insetos, especialmente lagartas e come também pequenos frutos, ovos de outras aves e excepcionalmente lagartos e pererecas. Nidifica em arbustos e árvores, sendo o ninho forrado com folhas secas e em forma de panela rasa, onde a fêmea põe cerca de 6 ovos. Após a eclosão dos filhotes permanecem no ninho por aproximadamente uma semana e ainda ficam pelo menos mais 14 dias na dependência dos pais. Vive sozinho ou aos pares principalmente na copa da vegetação de matas ciliares, matas secundárias, capoeiras,cerrados e ambientes urbanos bem arborizados. Ocorre em todo território brasileiro e também tem ampla distribuição na América Latina.
   Durante as minhas excursões pelo estado do Rio Grande do Norte tenho observado essa espécie principalmente nas mesorregiões Leste Potiguar e Agreste Potiguar, sendo as minhas últimas observações nos municípios de Natal e Nísia Floresta.

Referências

FREIRE, A. A. 1999. Lista Atualizada de Aves do Estado do Rio Grande do Norte. Natal: Instituto de Desenvolvimento Econômico e Meio Ambiente do Rio Grande do Norte-IDEMA. 20 p.

GOP, F. Sagot-Martin. Lista I aves RN-arquipélagos extr. NE Brasil. Táxeus | Listas de espécies. 10/01/2003.

LIMA, Pedro Cerqueira. Aves do litoral norte da Bahia. – 1 ed. – Bahia: AO, 2006.

SICK, H. Ornitologia Brasileira. Rio de Janeiro: Nova Fronteira. 1997. 863p.

Sigrist, Tomas. Guia de Campo Avis Brasilis, Avifauna Brasileira. Editora Avisbrasilis, Vinhedo, São Pailo, 2009.
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sexta-feira, 11 de março de 2016

Jenipapo Genipa americana L.

   Planta conhecida popularmente como Jenipapo, Jenipapeiro, Jenipá, Jenipapinho, Janipaba, Janapabeiro, Janipapo ou Janipapeiro. Entretanto seu nome científico é Genipa americana L. 
Pertence a família Rubiaceae da qual também faz parte por exemplo o café(Coffea spp.).
    Espécie nativa de porte arbóreo podendo atingir cerca de 14 m de altura e o seu tronco de 40 a 60 de diâmetro. Apresenta folhas simples, subcoriáceas, glabras, variando de 15 a 35 cm de comprimento. "Flores axilares ou terminais, em cimeiras pouco floridas, de corola campanulada e branco-amarelada." Suas flores surgem geralmente a partir de outubro até dezembro. Seu fruto é uma baga globosa grande(6-7cm), com polpa esponjosa, suculenta, adocicada e comestível. O amadurecimento dos frutos ocorre frequentemente entre os meses de novembro e dezembro. Os frutos maduros podem ser comidos in natura ou na forma de doces e também pode ser ser feito o suco que é considerado desobstruente e tônico. O fruto maduro também é indicado no combate à anemia, à icterícia, à hidropisia e à asma. Da fermentação adequada deste pode obter-se vinho e licor. Dos frutos verdes extrai-se um suco azulado que é utilizado como corante em marcação de roupas e outros objetos. Segundo a medicina popular a casca em banhos é usada para tratar de úlceras e a raiz é purgativa.
   Madeira compacta, bem flexível, de cor albo-cinérea, boa de trabalhar de grande durabilidade quando não exposto a umidade e solo, sendo usada na construção naval e civil,na carpintaria, na confecção de móveis e peças curvadas, obras de torno, coronhas de armas, batentes de portas e janelas, carrocerias, cabos de ferramentas.
    É encontrada em terrenos argilosos de várzeas em variadas formações florestais de todo o Brasil, tanto no interior de mata primária como em formações secundárias, sendo encontrada nos biomas da Amazônia, Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica e Pantanal. Ocorre nos estados do Amazonas, Pará, Maranhão, Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Bahia, Alagoas, Sergipe, Mato Grosso, Goiás, Distrito Federal, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Espírito Santo, São Paulo, Rio de Janeiro e Paraná.
     Durante as minhas excursões pelo estado do Rio Grande do Norte tenho observado essa espécie em diferentes ambientes das regiões litorânea e agreste, mas sempre em em terrenos úmidos, como por exemplo próximo a riachos, açudes ou rios.

Referências

Balbach,Alfons. A flora nacional na medicina doméstica. Edições "A edificação do lar", vol.-II, 23ª ed.; São Paulo.

BRAGA ,R. Plantas do nordeste,especialmente do Ceará. Fortaleza:coleção mossoroense-volume XLII,1996. 

GOMES, R. P. Fruticultura brasileira. São Paulo. Nobel. 1994.

Organizador Rafaela Campostrini Forzza... et al. Catálogo de plantas e fungos do Brasil, volume 2.  Rio de Janeiro : Andrea Jakobsson Estúdio : Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro, 2010.

LORENZI, H.: Árvores Brasileiras – Manual de Identificação e Cultivo de Plantas e Árvores Nativas do Brasil. Nova Odessa, SP: Instituto Plantarum, Vol. I, 2002.

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quinta-feira, 3 de março de 2016

Suiriri-cavaleiro Machetornis rixosa (Vieillot, 1819)

   Ave conhecida popularmente como Suiriri-cavaleiro, Suiriri-do-campo, Suiriri, Bem-te-vi-cabeça-de-estaca, Bem-te-vi-carrapateiro, Bem-te-vi-coroa, Bem-te-vi-de-coroa, Bem-te-vi-do-gado, Cavaleiro e Monta-cavalo. Entretanto seu nome científico é Machetornis rixosa (Vieillot, 1819).
  Pertence a família Tyrannidae, da qual também fazem parte por exemplo o Papa-mosca-do-sertão( Stigmatura napensis), a Guaracava-de-barriga-amarela( Elaenia flavogaster ),Peiteca(Empidonomus varius) e Caneleiro-enxofre(Casiornis fuscus).
   Indivíduos adultos medem cerca de 18 cm de comprimento. Apresenta grandes patas pretas, peito amarelo, garganta clara, cabeça acinzentada com uma parte superior marrom. Alimenta-se de insetos, carrapatos e outros pequenos parasitas encontrados sobre mamíferos como por exemplo os bois.
   Constrói seus ninhos com gravetos, onde a fêmea põe seus ovos que são incubados pelos pais, mas a relatos de que em algumas situações pode utilizar ninhos de João-de-barro(Furnarius rufus).
Facilmente observado caminhando no solo em busca de pequenos insetos ou materiais para confecção do ninho em áreas abertas, em cidades bem arborizadas, campos de cultura, mas também é visto sobre o gado ou cavalos, capturando principalmente insetos que se movem tentando fugir da área onde as reses estão pisando.
    Ocorre no Brasil merídio-oriental(é migratório no sul do país) e central e também em outros países da América do sul, como na Argentina, Bolívia, Uruguai e Venezuela.
    Durante as minhas excursões pelo estado do Rio Grande do Norte tenho observado essa espécie em todas as mesorregiões potiguares(Mesorregião Leste Potiguar, Agreste Potiguar, Central Potiguar e Oeste Potiguar), sendo minhas últimas observações nos municípios de Natal, Parnamirim, Nísia Floresta e Monte Alegre.

Referências
FREIRE, A. A. 1999. Lista Atualizada de Aves do Estado do Rio Grande do Norte. Natal: Instituto de Desenvolvimento Econômico e Meio Ambiente do Rio Grande do Norte-IDEMA. 20 p.

GOP, F. Sagot-Martin. Lista I aves RN-arquipélagos extr. NE Brasil. Táxeus | Listas de espécies. 10/01/2003.

LIMA, Pedro Cerqueira. Aves do litoral norte da Bahia. – 1 ed. – Bahia: AO, 2006.

SICK, H. Ornitologia Brasileira. Rio de Janeiro: Nova Fronteira. 1997. 863p.
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