segunda-feira, 27 de abril de 2026

Conheça a borboleta que tem "joias falsas" nas asas e adora frutas fermentadas

 

Borboleta Paryphthimoides terrestris vista de perfil sobre uma folha verde, destacando as listras marrons e os ocelos (manchas em formato de olho) nas asas.

A borboleta da foto recebeu o nome científico de Paryphthimoides terrestris (Butler, 1867), pertencente à família Nymphalidae e à subfamília Satyrinae. Sua principal característica distintiva são as marcações metálicas irregulares entre os dois maiores ocelos da asa posterior, além da presença de uma única linha submarginal na região do canto interno da margem da asa posterior.

Quando adulta, Paryphthimoides terrestris alimenta-se principalmente do caldo(suco) de frutos maduros ou fermentados (espécie frugívora), enquanto na fase larval (lagarta) suas larvas consomem folhas de gramíneas e ciperáceas. Entre as suas principais plantas hospedeiras estão: Ichnanthus pallens, Lasiacis sloanei, Panicum pilosum, Panicum polygonatum, Paspalum decumbens, Setaria paniculifera, Tripsacum sp., Cyperus sp. e Scleria sp.

Essa borboleta habita florestas tropicais, formações secundárias abertas e ambientes de borda florestal. Trata-se de uma espécie neotropical com distribuição desde a América Central até o Brasil, ocorrendo em países como Nicarágua, Panamá, Trinidad, Guiana Francesa e Brasil. No Brasil, Paryphthimoides terrestris apresenta ampla distribuição geográfica, com registros em todas as regiões do país. A espécie ocorre principalmente em áreas de floresta tropical, formações secundárias abertas e ambientes de borda florestal, sendo mais frequentemente associada aos biomas Amazônia e Mata Atlântica.  

Durante minhas expedições pelo Rio Grande do Norte, tenho observado essa espécie de borboleta apenas na Mesorregião Leste Potiguar, principalmente no extremo sul da Mata Atlântica potiguar. 

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Referências

BECCALONI, G. W. et al. Catálogo das plantas hospedeiras das borboletas neotropicais. Londres: S.E.A./Ribes/CYTED/Museu de História Natural/IVIC, 2008.

CASAGRANDE, M. M.; PIOVESAN, M.; ZACCA, T. Satyrini. In: Catálogo Taxonômico da Fauna do Brasil. [S. l.]: PNUD, 2026. Disponível em: http://fauna.jbrj.gov.br/fauna/faunadobrasil/150503. Acesso em: 27 abr. 2026.

SANTOS, L. N. dos; BRITO, M. R. M. de; KERPEL, S. M. Borboletas da RPPN Mata Estrela: guia de espécies. Coordenação de Márcio Zikán Cardoso. 1. ed. Natal: Ed. das Autoras, 2022.

SAVELA, Markku. Paryphthimoides Forster, 1964. Lepidoptera and some other life forms. [S. l.], 2023. Disponível em: https://ftp.funet.fi/index/Tree_of_life/insecta/lepidoptera/ditrysia/papilionoidea/nymphalidae/satyrinae/paryphthimoides/. Acesso em: 27 abr. 2026.

ZACCA, T. Revisão taxonômica dos gêneros neotropicais Paryphthimoides Forster, 1964 e Cissia Doubleday, 1848, com descrições de seis novos gêneros e 10 novas espécies de Euptychiina (Lepidoptera: Nymphalidae: Satyrinae). 2017. Tese (Doutorado em Ciências Biológicas – Entomologia) – Setor de Ciências Biológicas, Universidade Federal do Paraná, Curitiba, 2017.

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terça-feira, 31 de março de 2026

Descubra o serra-pau gigante do RN: primo do maior besouro do mundo e uma raridade que poucos viram

 

Detalhes do besouro Ctenoscelis coeus, família Cerambycidae, encontrado na Mata Atlântica do Rio Grande do Norte. Fauna potiguar.

Besouro conhecido popularmente como serra-pau ou besouro-serrador, a espécie Ctenoscelis coeus (Perty, 1832) pertence à família Cerambycidae e à subfamília Prioninae. Esse grupo inclui espécies impressionantes, como Enoplocerus armillatus (Linnaeus, 1767), Mallodon spinibarbis (Linnaeus, 1758) e o famoso Titanus giganteus (Linnaeus, 1771), considerado o maior besouro do mundo.

O Serra-pau(Ctenoscelis coeus) chama atenção pelo porte robusto e, principalmente, pelas longas antenas que podem ser tão compridas quanto o corpo ou até ultrapassá-lo, especialmente nos machos. Essa é uma característica bastante comum entre os representantes da família Cerambycidae. O exemplar da foto tinha 10cm de comprimento total.

Besouro serra-pau Ctenoscelis coeus ao lado de uma caneta para comparação de tamanho. Registro de besouro gigante no Rio Grande do Norte.

Trata-se de uma espécie nativa, com registros nos biomas Mata Atlântica, Caatinga e Amazônia. Sua distribuição no Brasil abrange grande parte do território nacional, com ausência de registros na região Sul. Fora do país, também já foi registrada em áreas da América do Sul, como Guiana e Bolívia.

Durante minhas excursões pelo estado do Rio Grande do Norte, registrei essa espécie nas mesorregiões Leste Potiguar e Agreste Potiguar, tanto em áreas de Mata Atlântica quanto em zonas de transição (ecótono) entre Mata Atlântica e Caatinga. Curiosamente, nas duas ocasiões em que encontrei esse besouro, os indivíduos já estavam mortos, embora com o corpo intacto.

Apesar de seu tamanho e imponência, quase nada ainda se sabe sobre a biologia de Ctenoscelis coeus (Perty, 1832).

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Referências

LIMA, A. da Costa. Insetos do Brasil: 9.º tomo, Coleópteros, 3.ª parte. Rio de Janeiro: Escola Nacional de Agronomia, 1955. (Série Didática, n. 11). 1 arquivo PDF.

SOUTO, Glauber Henrique Borges de Oliveira; NETO, M. R.; SILVA, C. D. D. do. Check-list de Cerambycidae (Coleoptera, Insecta) para o Rio Grande do Norte, Brasil. Nature and Conservation, [S. l.], v. 18, n. 1, 2025. Disponível em: http://www.sustenere.inf.br. Acesso em: 31 mar. 2026.

MONNÉ, Marcela L.; MONNÉ, Miguel A. New species and new records of Cerambycidae (Insecta, Coleoptera) from RPPN Sanctuary of Caraça, Minas Gerais, Brazil. Zootaxa, [S. l.], v. 4319, n. 2, p. 201-262, 2017. Disponível em: https://doi.org/10.11646/zootaxa.4319.2.1. Acesso em: 31 mar. 2026.

sábado, 28 de fevereiro de 2026

Rolinha-cascavel ou Fogo-apagou? Conheça a pequena ave que chocalha e encanta os campos

Introdução

Você já ouviu um “fogo-apagou” ecoando no campo seco ou no quintal de casa e ficou tentando descobrir de onde vinha aquele som?
A rolinha-fogo-apagou (Columbina squammata (Lesson, 1831), família Columbidae), também conhecida como rolinha-cascavelinha(variação de rolinha-cascavel), rolinha-carijó, rola-pedrês, paruru e até “felix-cafofo”, é uma presença constante em áreas abertas do Brasil.

Rolinha-fogo-apagou (Columbina squammata) pousada em galho seco, exibindo plumagem escamada característica.


Descrição morfológica(características principais)

Com cerca de 18 a 22 cm de comprimento total e peso variando de 48 a 60 gramas, essa rolinha chama atenção pela plumagem de aspecto escamado(bordas escuras das penas), sendo a coloração superior predominantemente cinza-arenosa e a parte inferior esbranquiçada. As rêmiges(penas responsáveis pelo voo) apresentam tonalidade rufescente(ferrugíneo), bem visível em voo, e os lados da cauda são brancos. A cauda é relativamente longa e pode ser aberta em leque. Não há dimorfismo sexual, ou seja, machos e fêmeas são semelhantes na aparência.

História natural e importância ecológica

Desloca-se em casais ou pequenos bandos e forrageia diretamente no solo. Sua alimentação é variada: consome sementes, pequenas frutas, insetos como formigas e até pequenos moluscos (Gastropoda: Pupilla). Entre os vegetais registrados em sua dieta estão gêneros como Cereus, Croton, Euphorbia, Melocactus, Passiflora, Portulaca e Sida dentre outros.

Rolinha-cascavelinha caminhando no solo pedregoso em busca de sementes e pequenos insetos.

Na cadeia alimentar, também ocupa o papel de presa, sendo predada por várias espécies como por exemplo, o caburé (Glaucidium brasilianum), o falcão-de-coleira (Falco femoralis) e a cobra-bicuda.

Rolinha-fogo-apagou inclinada bebendo água em um riacho, com reflexo visível na superfície

Reprodução

O período reprodutivo dessa ave pode ocorrer quase o ano inteiro e o macho vocaliza durante o dia. Seu canto trissilábico, descrito como “u-gú-gú” ou “fogo-apagou”, é uma das marcas sonoras mais conhecidas da espécie, daí a origem do seu principal nome popular. Outro nome vulgar tem origem no som forte e vibrante das asas durante o voo que se assemelha ao “chocalho de uma cascavel”, característica que originou o nome “rolinha-cascavel”.

Na corte, o macho inclina o corpo horizontalmente diante da fêmea, ergue a cauda na vertical abrindo-a em leque e pode trocar carícias com o bico.

O ninho, construído pelo macho, apresenta a forma de uma pequena tigela feita de gravetos. A postura é de dois ovos brancos puros, medindo cerca de 22 x 17 mm e pesando em média 3,5 g. A incubação, realizada por ambos os adultos, dura cerca de 13 a 14 dias. Os filhotes deixam o ninho entre 12 e 15 dias após a eclosão. A espécie pode se reproduzir mais de uma vez ao ano.

Rolinha-fogo-apagou protegida em seu ninho construído sobre um cacto (Cereus jamacaru) com frutos vermelhos.

Habitat, ocorrência e distribuição geográfica

Espécie de origem nativa, residente e independente de ambientes florestais densos, a rolinha-fogo-apagou vive em campo seco, cerrado, restinga, áreas abertas, bordas de mata e próximo a zonas urbanas.

Ela ocorre da Venezuela ao Paraguai e Argentina (Misiones), estando presente em quase todo o Brasil, ocorrendo em grande parte do território nacional. Está presente em extensas áreas do Nordeste, Centro-Oeste, Sudeste e Sul, além de ocupar porções significativas da região Norte. 

Durante as minhas excursões pelo estado do Rio Grande do Norte, tenho observado essa espécie tanto na Caatinga como na Mata Atlântica, nas mesorregiões Leste Potiguar, Agreste Potiguar, Central Potiguar e Oeste Potiguar.

Conclusão

Pequena e discreta à primeira vista, a rolinha-fogo-apagou revela sua presença pelo canto repetido que ecoa pelos campos e no ruído seco das asas que lembra o chocalho de uma cascavel. Nos ambientes abertos do Brasil, ela é uma lembrança constante de que até as espécies mais comuns guardam detalhes surpreendentes para quem observa com atenção.

Você já ouviu o canto “fogo-apagou” na sua cidade? Me diz aí nos comentários...

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Referências

FAVRETTO, M. A. Aves do Brasil, vol. I: Rheiformes a Psittaciformes. Florianópolis: [s. n.], 2021. 596 p.

LIMA, Pedro Cerqueira. Aves do litoral norte da Bahia. 1. ed. Bahia: AO, 2006.

PERLO, Ber van. A Field Guide to the Birds of Brazil. Princeton: Princeton University Press, 2009.

PICHORIM, Mauro et al. Guia de Aves da Estação Ecológica do Seridó. Natal: Caule de Papiro, 2016.

PICHORIM, M. et al. Pristine semi-arid areas in northeastern Brazil remain mainly on slopes of mountain ranges: a case study based on bird community of Serra de Santana. Tropical Zoology, [s. l.], v. 29, p. 189–204, 2016. Disponível em: https://doi.org/10.1080/03946975.2016.1235426. Acesso em: 28 fev. 2026.

SAGOT-MARTIN, F. et al. An updated checklist of the birds of Rio Grande do Norte, Brazil, with comments on new, rare, and unconfirmed species. Bulletin of the British Ornithologists’ Club, [s. l.], v. 140, n. 3, p. 218-298, 2020.

SICK, H. Ornitologia Brasileira. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2001. 863 p.

SIGRIST, Tomas. Guia de Campo Avis Brasilis: Avifauna Brasileira. 4. ed. Vinhedo: Avisbrasilis, 2014.

SILVA, J. M. C. et al. Aves da Caatinga: status, uso do hábitat e sensitividade. In: LEAL, I. R.; TABARELLI, M.; SILVA, J. M. C. (ed.). Ecologia e Conservação da Caatinga. Recife: Ed. Universitária da UFPE, 2003. 

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sábado, 31 de janeiro de 2026

Marimbondo-carijó: a vespa que come lagartas no seu quintal

Descubra a Polistes versicolor, a vespa predadora que controla pragas no Brasil e poliniza flores de forma totalmente natural e sem veneno!

Introdução

Quem nunca tomou um susto ao ver um marimbondo rondando o quintal ou o telhado?
O Marimbondo-carijó, Polistes versicolor (família Vespidae), é uma vespa social muito comum no Brasil e, apesar da fama de agressiva, tem um papel importante no controle de insetos que atacam plantações. 


Descrição morfológica (características principais)

P. versicolor apresenta coloração ferrugem a negro-amarronzada, com marcas amarelas bem evidentes no corpo e asas transparentes. A rainha é significativamente maior que os demais indivíduos da colônia e apresenta comportamento altamente agressivo. Quando ameaçadas, as vespas levantam as asas e adotam uma clara posição de alerta, típica da espécie.

História natural e comportamento

O marimbondo-carijó (Polistes versicolor) é uma vespa social de comportamento oportunista, cujas colônias são organizadas sob uma hierarquia rígida liderada por uma rainha dominante. O ciclo de vida dessas comunidades é sazonal, variando geralmente entre 3 e 10 meses. Como predadora ativa, a espécie foca intensamente na captura de larvas de insetos, demonstrando uma preferência por lagartas de Lepidoptera. Sua dieta é variada: ela combate desde as lagartas desfolhadoras do eucalipto e do girassol até espécies como a Heraclides anchysiades. Além disso, sua eficiência é comprovada em diferentes cenários, sendo observada caçando a lagarta Paracles fusca e espécie da família Saturniidae, esta foi em áreas de cultivo de mandioca na Mata Atlântica já modificada pela ação humana. Além da atividade caçadora, os adultos visitam flores regularmente em busca de néctar para suprir suas necessidades energéticas.

Importância ecológica

Apesar de sua fama de agressiva, a P. versicolor desempenha funções vitais para o equilíbrio dos ecossistemas. A espécie atua como um eficiente agente de controle biológico natural, sendo uma aliada estratégica na agricultura ao combater pragas em cultivos por exemplo de girassol, eucalipto e mandioca — inclusive em áreas antropizadas de Mata Atlântica. Estima-se que cada colônia pode capturar milhares de insetos por ano, ajudando a manter o equilíbrio do ambiente. Além disso, os adultos também visitam flores em busca de néctar e acabam polinizando plantas, especialmente da família Asteraceae.


Habitat, ocorrência e distribuição geográfica

O Marimbondo-carijó, Polistes versicolor (Olivier, 1791), é uma vespa social nativa da América do Sul continental, amplamente distribuída no Brasil com ocorrência confirmada em todas as regiões do país. É relativamente comum em áreas urbanas, plantações e ambientes antrópicos, onde constrói ninhos de celulose, sem envoltório protetor. As colônias são frequentemente encontradas em edifícios abandonados ou em construção, demonstrando alta capacidade de adaptação a ambientes modificados.

Conclusão

Aquele susto inicial ao ver um marimbondo no telhado logo se transforma em admiração quando entendemos seu papel. Muito além da fama de perigosa, a Polistes versicolor entrega serviços ecológicos que beneficiam a todos nós, da agricultura ao jardim de casa. Valorizar essa pequena criatura é, em última análise, valorizar a saúde do ambiente em que vivemos.

👉Você já encontrou um ninho de Marimbondo-carijó em casa ou na zona rural? Como foi essa experiência?  

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Referências

BORGES, L. T. I. et al. Registro de predação de lagarta (Lepidoptera: Saturniidae) por vespa social Polistes versicolor (Olivier, 1792) (Hymenoptera: Vespidae). Entomology Beginners, v. 6, e093, 2025. Disponível em: https://doi.org/10.12741/2675-9276.v6.e093.

ELISEI, T. Vespas sociais (Hymenoptera, Vespidae, Polistinae) do Estado da Paraíba: diversidade e estudo comportamental. 2017. 154 f. Tese (Doutorado em Ciências Biológicas) – Universidade Federal da Paraíba, João Pessoa, 2017.

FILS-AIMÉ, F. Ocorrência, biologia, inimigos naturais e modelagem de Paracles fusca Walker, 1856 (Lepidoptera: Arctiidae) em batata yacon. 2025. 111 f. Dissertação (Mestrado em Produção Vegetal) – Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri, Diamantina, 2025.

HERMES, M. G.; SOMAVILLA, A. Polistini. In: Catálogo Taxonômico da Fauna do Brasil. PNUD, 2026. Disponível em: http://fauna.jbrj.gov.br/fauna/faunadobrasil/78513. Acesso em: 31 jan. 2026.

PREZOTO, F. et al. Prey captured and used in Polistes versicolor (Olivier) (Hymenoptera: Vespidae) nourishment. Neotropical Entomology, v. 35, n. 5, p. 707-709, 2006. DOI: 10.1590/S1519-566X2006000500021.

VIRGÍNIO, F.; MACIEL, T. T.; BARBOSA, B. C. Novas contribuições para o conhecimento de vespas sociais (Hymenoptera: Vespidae) para Estado do Rio Grande do Norte, Brasil. Entomotropica, v. 31, n. 26, p. 221-226, 2016.

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