NOSSA PÁGINA

sexta-feira, 20 de julho de 2018

Olho-de-boi Dioclea violacea Mart. ex Benth.

  Planta conhecida popularmente como Olho-de-boi, Cipó-mucunã, Coroanha Estojo-de-luneta, Mucunã-peluda, Cipó-de-imbiri,Micunã, Mucunã-assú, Pó-de-mico e Dinheiro-de-índio, entretanto seu nome científico é único, Dioclea violacea Mart. ex Benth.
  Espécie de liana nativa que apresenta pétalas de cor violácea perfumadas, fruto do tipo legume lenhoso com duas a 4 sementes. Geralmente floresce de janeiro a março e frutifica de julho a agosto.
Seu uso na medicina popular é indicada principalmente no combate a gripe e asma, além de apresentar propriedades químicas com ação antioxidante. 
  No  Brasil ocorre nos biomas da Mata Atlântica, Caatinga, Pantanal e Pampa tendo sido confirmada nas seguintes regiões e respectivos estados brasileiros: Nordeste (Bahia, Pernambuco, Rio Grande do Norte, Piauí, Sergipe), Centro-Oeste (Mato Grosso do Sul), Sudeste (Espírito Santo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo) e Sul (Paraná, Rio Grande do Sul, Santa Catarina).

Referências

Organizador Rafaela Campostrini Forzza... et al. Catálogo de plantas e fungos do Brasil, volume 2. Rio de Janeiro : Andrea Jakobsson Estúdio : Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro, 2010.

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

quinta-feira, 12 de julho de 2018

Balança-rabo-de-chapéu-preto Polioptila plumbea (Gmelin, 1788)

  Ave conhecida popularmente como Balança-rabo-de-chapéu-preto, Tiú, Caga-sebo, Miador, Gatinha, entretanto seu nome científico é único, Polioptila plumbea (Gmelin, 1788).
   Essa espécie quando adulta atinge cerca de 11cm de comprimento e pode pesar aproximadamente 6 gramas. Apresenta dimorfismo sexual, onde o macho destaca-se com a cabeça negra parecendo um boné, enquanto na fêmea é acinzentada. De maneira geral a parte inferior de ambos os sexos varia de branco a cinza-claro.
 
   Espécie comum muito ativa durante o dia, movimentando com frequência sua longa cauda em meio a vegetação de porte herbáceo e arbustivo, onde procura seu alimento predileto: insetos. Vive aos pares ou solitário, geralmente em áreas com vegetação esparsa, bordas de matas, campos, caatingas,manguezais e restingas. Seu ninho é semelhante ao do beija-flor Eupetomena macroura sendo construído em arbustos, no qual ela põe até 3 ovos.
   Apresenta ampla distribuição geográfica nas Américas, sendo que no Brasil ocorre na maior parte da região Norte, em toda região Nordeste e também em Minas Gerais. Durante as minhas excursões pelo estado do Rio Grande do Norte, observei essa espécie em todas as mesorregiões do estado: Leste Potiguar, Agreste Potiguar, Central Potiguar e Oeste Potiguar.

Referências
BirdLife International. 2016. Polioptila plumbea. The IUCN Red List of Threatened Species 2016: e.T103882288A94303370. http://dx.doi.org/10.2305/IUCN.UK.2016-3.RLTS.T103882288A94303370.en. Downloaded on 09 July 2018.

FREIRE, A. A. 1999. Lista Atualizada de Aves do Estado do Rio Grande do Norte. Natal: Instituto de Desenvolvimento Econômico e Meio Ambiente do Rio Grande do Norte-IDEMA. 20 p.

GOP, F. Sagot-Martin. Lista I aves RN-arquipélagos extr. NE Brasil. Táxeus | Listas de espécies. 10/01/2003.

LIMA, Pedro Cerqueira. Aves do litoral norte da Bahia. – 1 ed. – Bahia: AO, 2006.

SICK, H. Ornitologia Brasileira. Rio de Janeiro: Nova Fronteira. 1997. 863p.
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

terça-feira, 3 de julho de 2018

Borboleta-emilia Leptotes cassius (Cramer, 1775)

   Borboleta da família Lycaenidae, a espécie Leptotes cassius (Cramer, 1775) apresenta distribuição geográfica desde os Estados Unidos até a Argentina.
   Ocorre nas bordas de florestas, campos e área urbana com muitas plantas herbáceas. Nesses habitats ela põe os ovos sobre os botões florais das plantas que as larvas(lagartas) irão comer. Estas se relacionam com algumas formigas, onde as mesmas se alimentam de secreções açucaradas das lagartas e em compensação a presença das formigas ajuda a inibir a presença dos predadores das larvas.

Referências
Leptotes cassius Cassius. Disponível em http://museunacional.ufrj.br/hortobotanico/Lepidopteros/leptotescassius.html Acesso em 30 de junho de 2018.

Cassius Blue Leptotes cassius (Cramer, 1775). Disponível em https://www.butterfliesandmoths.org/species/Leptotes-cassius Acesso em 30 de junho de 2018. Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

domingo, 24 de junho de 2018

Erva-de-passarinho Psittacanthus dichroos (Mart.) Mart.

 Planta conhecida popularmente como Erva-de-passarinho(Psittacanthus dichroos), tendo recebido esse nome por causa da relação direta de dependência das aves para perpetuar a sua espécie, o que acontece pois as aves que se alimentam dos seus frutos, regurgitam ou defecam suas sementes sobre os galhos de outras plantas. Quando essas sementes encontram condições ideais na planta hospedeira, há o surgimento de uma raiz do tipo haustório que penetra no xilema da planta hospedeira, retirando parte da seiva bruta(água e sais minerais), sendo por isso a Erva-de-passarinho considerada hemiparasita.
   A espécie Psittacanthus dichrous apresenta porte herbáceo, atua como hemiparasita sobre espécies arbóreas das famílias Anacardiaceae, Lauraceae, Melastomataceae, Myrtaceae e Vochysiaceae. Suas flores bicolores são muito visitadas por aves, especialmente os beija-flores, saíras e cambacica.
    Erva-de-passarinho(Psittacanthus dichroos) é nativa e endêmica do Brasil, ocorrendo nos biomas da Mata Atlântica, Caatinga, Cerrado e Amazônia,estando distribuída nas seguintes regiões e respectivos estados: Nordeste (Alagoas, Bahia, Paraíba, Pernambuco, Rio Grande do Norte, Sergipe), Centro-Oeste (Goiás), Sudeste (Espírito Santo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo) e Sul (Paraná e Santa Catarina).

Referências
Bianca Alsina Moreira e Cecilia Maria Rizzin. AS FAMÍLIAS LORANTHACEAE E VISCACEAE DA APA DE MARICÁ, RIO DE JANEIRO, BRASIL. Disponível em http://arquivos.proderj.rj.gov.br/inea_imagens/downloads/pesquisas/APA_Marica/Moreira_Rizzini_1997.pdf

Benjamin Leonardo Alves White, Adauto de Souza Ribeiro, Larissa Alves Secundo White, Jose Elvino do Nascimento Junior. ANALISE DA OCORRÊNCIA DE ERVA-DE-PASSARINHO NA ARBORIZAÇÃO DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE, CAMPUS SÃO CRISTÓVÃO. Disponível em https://www.cabi.org/isc/FullTextPDF/2011/20113189094.pdf

Psittacanthus in Flora do Brasil 2020 em construção. Jardim Botânico do Rio de Janeiro.Disponível em: <http://reflora.jbrj.gov.br/reflora/floradobrasil/FB8699>. Acesso em: 09 Jun. 2018. Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

sábado, 16 de junho de 2018

Seleção Brasileira de Aves, um time de campeões

    A Copa do Mundo de futebol masculino na Rússia já começou e, se o Brasil irá ser campeão não é possível afirmar. Porém em termos de biodiversidade o nosso país é campeão absoluto, apresentando a maior diversidade biológica do mundo, tendo sido registrada até o presente cerca de 103.870 espécies animais e 43.020 espécies vegetais, além de um grande número de espécies ainda não descritas por cientistas. Em termos de riqueza de aves, o Brasil é 2ºlugar com 1919 espécies registradas, o que representa uma das maiores variedades de aves do planeta Terra. No Rio Grande do Norte temos pelo menos 380 espécies destas aves registradas em terras potiguares, das quais eu selecionei 11 para representar simbolicamente a nossa seleção brasileira, levando em consideração especialmente aquelas que apresentam a cor amarela predominante e também pelo fato de muitas delas serem comuns na área urbana dos nossos municípios. 

NOSSA SELEÇÃO BRASILEIRA DE AVES FICOU ASSIM:

1-Bem-te-vi(Pitangus sulphuratus), alimenta-se de insetos, frutos e até pequenos vertebrados.
2-Ferreirinho-relógio(Todirostrum cinereum), alimenta-se de insetos.
3-Suiriri-cavaleiro(Machetornis rixosa), alimenta-se de insetos.
4-Periquito-da-caatinga(Eupsittula cactorum), alimenta-se de frutos e sementes.
5-Canário-do-mato(Myiothlypis flaveola), alimenta-se de pequenos invertebrados.
6-Bentevizinho-de-penacho-vermelho(Myiozetetes similis), alimenta-se de insetos.
7-Gaturamo(Sicalis luteola), alimenta-se de grãos.
8-Bico-chato-amarelo(Tolmomyias flaviventris), alimenta-se de insetos.
9-Canário-da-Terra(Sicalis flaveola), alimenta-se de grãos.
10-Jandaia-verdadeira(Aratinga jandaya),alimenta-se de frutos e sementes.
11-Vem-vem(Euphonia chlorotica), frugívora, atua como dispersora de sementes.


Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

quarta-feira, 13 de junho de 2018

Bibrinha-da-Caatinga Lygodactylus klugei (Smith, Martin & Swain, 1977)

Bibrinha-da-Caatinga(Lygodactylus klugei) sobre folhas de "bromélia".
  Lagarto conhecido como Bibrinha-da-Caatinga,Briba ou Calanguinho, entretanto seu nome científico é Lygodactylus klugei (Smith, Martin & Swain, 1977).
    É uma espécie relativamente pequena atingindo cerca de 5cm de comprimento total, de hábito diurna, semi-arborícola e insetívora, alimentando-se de pequenos artrópodes.
Bibrinha-da-Caatinga(Lygodactylus klugei) camuflada em tronco de árvore. 
    É brasileira e típica da Caatinga, mas também tem ocorrência confirmada no Cerrado(Goiás). Durante as minhas excursões tenho observado essa espécie geralmente bem camuflada sobre troncos de arbustos ou árvores, especialmente nas mesorregiões Agreste Potiguar e Central Potiguar.

Referência
LANNA, Flávia Mól. História Evolutiva dos lagartos anões(Lygodactylus,Gekkonidae) no continente Sul Americano. Dissertação-Mestrado-Universidade Federal do Rio Grande do Norte. Natal, 2017. Disponível em: https://repositorio.ufrn.br/jspui/bitstream/123456789/23450/1/FlaviaMolLanna_DISSERT.pdf  Acesso em 09 de junho de 2018. Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

quarta-feira, 6 de junho de 2018

Garça-vaqueira Bubulcus ibis (Linnaeus, 1758) aquela que acompanha o gado

Garça-vaqueira(Bubulcus ibis) com plumagem nupcial.

   Ave conhecida popularmente como Garça-vaqueira, Garça-boiadeira, Garça-do-gado, Garça-carrapateira, Garça-companheira e Tratoreira, entretanto seu nome científico é único, Bubulcus ibis (Linnaeus, 1758).
  Cada indivíduo adulto apresenta comprimento de aproximadamente 50cm e peso médio de 350 gramas. "Totalmente branca com o bico, íris e tarsos amarelos, dedos pardacentos; durante a reprodução, de vértice, peito e costas cor de ferrugem, bico e pernas fortemente avermelhadas. Imaturos de bico, tarsos e dedos anegrados, às vezes já se reproduzem nesta fase. Indivíduos subadultos com bico amarelo, tarsos e dedos pretos e solas dos pés amareladas(SICK, H.,1997)." Parece com a garça-branca-pequena(Egretta thula), podendo ser diferenciada desta por apresentar bico amarelo de formato mais cônico, pés bem escuros, pescoço relativamente mais grosso. Alimenta-se principalmente de pequenos artrópodes, como moscas, grilos, gafanhotos, aranhas, mas as vezes pode incluir também pequenas rãs em sua dieta.
Bando de Garça-vaqueira(Bubulcus ibis)
    É encontrada em área de campos secos, áreas de cultivo e criação de gado e também as margens de rios e lagos. Pode ser encontrada ao lado de outras espécies de garças geralmente na época de migrações. Com frequência é observada acompanhando a movimentação do gado que esteja pastando, o que facilita o encontro de suas presas. Pode ser vista em grandes bandos, formados até por milhares de indivíduos em dormitório por exemplo.  Tanto o pai como a mãe constroem o ninho sobre arbustos ou árvores as margens de porções de água, onde a "fêmea põe de 2 a 5 ovos que são incubados pelos pais num período de até 26 dias".
   Originária da África atravessou o Oceano Atlântico por volta do final do século 19 chegando as Américas, sendo hoje encontrada em todo continente americano. No Brasil foi registrada pela primeira vez em 1964 na Ilha do Marajó associada a população de búfalos, tendo sua reprodução confirmada no Brasil em 1965, imigrando da região Norte brasileira para as outras regiões do país, sendo hoje encontrada em todo território nacional(SICK, H.,1997).
   Durante as minhas excursões pelo estado do Rio Grande do Norte, tenho observado essa espécie em todas as mesorregiões do estado: Leste Potiguar, Agreste Potiguar,Central Potiguar e Oeste Potiguar.


Referências

FREIRE, A. A. 1999. Lista Atualizada de Aves do Estado do Rio Grande do Norte. Natal: Instituto de Desenvolvimento Econômico e Meio Ambiente do Rio Grande do Norte-IDEMA. 20 p.

GOP, F. Sagot-Martin. Lista I aves RN-arquipélagos extr. NE Brasil. Táxeus | Listas de espécies. 10/01/2003.

LIMA, Pedro Cerqueira. Aves do litoral norte da Bahia. – 1 ed. – Bahia: AO, 2006.

SICK, H. Ornitologia Brasileira. Rio de Janeiro: Nova Fronteira. 1997. 863p.
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

quarta-feira, 30 de maio de 2018

Marimbondo-chapéu( Apoica sp.) a única vespa social ativa a noite

    Vespa da subfamília Polistinae que pertence ao gênero Apoica sendo conhecida popularmente como Marimbondo-chapéu, exatamente porque seu ninho parece um chapéu. 
   Essas vespas sociais são as únicas ativas durante a noite, daí a presença de olhos muito grande nas espécies do gênero Apoica. Elas ocorrem nas Américas do Sul e Central, com distribuição estendendo-se do México a Argentina, sendo que no Brasil ocorrem as 8 espécies do citado gênero.


Referências
Carpenter, J.M. &O.M. Marques. 2001. Contribuição ao estudo dos vespídeos do Brasil (Insecta, Hymenoptera, Vespoidea, Vespidae). Publicações Digitais 2: 1–147.

Francisco Virgínio, Tatiane Tagliatti Maciel e Bruno Corrêa Barbosa. Novas contribuições para o conhecimento de vespas sociais (Hymenoptera: Vespidae) para Estado do Rio Grande do Norte, Brasil
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

segunda-feira, 21 de maio de 2018

Marreca-toicinho Anas bahamensis Linnaeus, 1758

    Ave conhecida popularmente como Marreca-toicinho, Paturi-do-mato ou Queixo-branco, entretanto seu nome científico é único, Anas bahamensis Linnaeus, 1758.
   Um indivíduo adulto dessa espécie apresenta comprimento total estimado em 40cm e peso médio de 400 gramas. O macho é maior que a fêmea, ele tem a mancha vermelha da base do bico(azulada) mais extensa e mais vívida, mas ambos tem os lados(inferiores) da cabeça  e garganta de cor branca e dorso marrom com manchinhas pretas. Alimenta-se principalmente de larvas de cracas(Balanus sp.), folhas e sementes, mas inclui também em sua dieta, vermes e larvas de insetos.
   Vive associada a áreas úmidas como lagos ou lagoas, rios, brejos e manguezais. Espécie de ampla distribuição geográfica,  ocorrendo no Caribe e grande parte América do Sul, sendo que no Brasil ela ocorre principalmente nas regiões  Nordeste, Sudeste e Sul. Durante as minhas excursões pelo estado do Rio Grande do Norte, tenho observado essa espécie principalmente nas mesorregiões Leste Potiguar, Agreste Potiguar e Central Potiguar.


Referências
FREIRE, A. A. 1999. Lista Atualizada de Aves do Estado do Rio Grande do Norte. Natal: Instituto de Desenvolvimento Econômico e Meio Ambiente do Rio Grande do Norte-IDEMA. 20 p.

GOP, F. Sagot-Martin. Lista I aves RN-arquipélagos extr. NE Brasil. Táxeus | Listas de espécies. 10/01/2003.
LIMA, Pedro Cerqueira. Aves do litoral norte da Bahia. – 1 ed. – Bahia: AO, 2006.
LIMA, L. M. Aves da Mata Atlântica: riqueza, composição, status, endemismos e conservação. 2013. 513f. Dissertação (Mestrado em Ciências) - Universidade de São Paulo, São Paulo. 2013.
SICK, H. Ornitologia Brasileira. Rio de Janeiro: Nova Fronteira. 1997. 863p.
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

domingo, 13 de maio de 2018

Cabeça-de-frade Melocactus ernestii Vaupel

    Planta que pertence a família Cactaceae(dos cactos), sendo conhecida popularmente como Cabeça-de-frade, enquanto que seu nome científico é Melocactus ernestii Vaupel.
   Essa espécie apresenta caule globoso ou subgloboso, cada aréola composta por 14 a 20 espinhos, onde o central é maior e flores róseas na parte central(cefálio) e fruto do tipo baga. Floresce quase o ano inteiro, sendo suas flores muito visitadas por borboletas e beija-flores.
  A Cabeça-de-frade(Melocactus ernestii) é nativa e endêmica do Brasil, ocorrendo na Caatinga e Brejos de Altitude principalmente sobre afloramentos rochosos com altitude de até 1.100m. Durante as minhas excursões pelo estado do Rio Grande do Norte, observei essa espécie até o momento apenas em Monte das Gameleiras e Serra de São Bento.

Referências
Emerson Antonio Rocha e Maria de Fátima Agra. FLORA DO PICO DO JABRE, PARAÕBA, BRASIL: CACTACEAE JUSS. Acta bot. bras. 16(1): 15-21, 2002.
Organizador Rafaela Campostrini Forzza... et al. Catálogo de plantas e fungos do Brasil, volume 1. Rio de Janeiro : Andrea Jakobsson Estúdio : Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro, 2010.
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...