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sexta-feira, 11 de agosto de 2017

Phoebis sennae ( Linnaeus , 1758 )

Phoebis sennae  ( Linnaeus , 1758 ) é o nome científico dessa espécie que é uma das borboletas mais comuns no Brasil, sendo observada geralmente em áreas abertas como bordas de matas, margens de estradas, jardins, matagais, parques e campos. Nesses ecossistemas, os indivíduos adultos de P. sennae se alimentam de néctar das flores de muitas espécies com túbulos longos, como por exemplo, Hibisco.  Ela tem ocorrência confirmada na América do Sul até o Sul do Canadá.




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sábado, 5 de agosto de 2017

Mandevilla scabra (Hoffmanns. ex Roem. & Schult.) K.Schum.

Mandevilla scabra é uma espécie de planta nativa, não endêmica do Brasil que ocorre nos biomas da Mata Atlântica, Caatinga, Cerrado e Amazônia. Ela tem ocorrência confirmada em todas as regiões do país. 
Essa Liana latescente tem flores tubulosas, de coloração amarela com a fauce variando de laranja a vermelho, apresentando potencial ornamental, florescendo e frutificando de janeiro a maio.
Tenho observado-a geralmente em bordas de florestas ou de trilhas.

Referências
Organizador Rafaela Campostrini Forzza... et al. Catálogo de plantas e fungos do Brasil, volume 1. Rio de Janeiro : Andrea Jakobsson Estúdio : Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro, 2010.
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sábado, 29 de julho de 2017

Urubu-de-cabeça-vermelha Cathartes aura (Linnaeus, 1758)

  Ave conhecida popularmente como Urubu-de-cabeça-vermelha,Urubu-caçador, Jereba(Pará), Urubu-campeiro(Rio de Janeiro) ou Xem-xem(Pará), entretanto seu nome científico é único, Cathartes aura (Linnaeus, 1758). 
    Os adultos tem como característica distinta a coloração vermelha ou rósea da pele na cabeça e pescoço, escudo nucal branco ou amarelo, enquanto que nos jovens aquela coloração é negra. Atinge cerca de 49cm de comprimento total, envergadura de 137 a 180cm e o peso varia de 1,2 kg a 2 kg. As vezes voa próxima ao solo a procura de carniça, já que é uma espécie saprófaga e devido ao fato de ser uma das poucas aves com olfato bem desenvolvido, geralmente é a primeira espécie de urubu a chegar na carniça. Ocasionalmente pode alimentar-se de pequenos vertebrados.
    Vive em florestas, bordas de matas e campos, onde pode ser visto formando pequenos grupos ou isolados. Constroem seu ninho principalmente no solo, mas também as vezes usa ocos de árvores, onde põe dois ovos que são incubados por até 41 dias. Os filhotes são alimentos pelos pais com alimento regurgitado por eles.
    Nativa, tendo sua distribuição na América do Sul até o sul do Canadá, ocorrendo em todo o Brasil. Durante as minhas excursões pelo estado do Rio Grande do Norte, tenho observado essa espécie em todas as mesorregiões do estado: Leste Potiguar, Agreste Potiguar,Central Potiguar e Oeste Potiguar.

Referências
FREIRE, A. A. 1999. Lista Atualizada de Aves do Estado do Rio Grande do Norte. Natal: Instituto de Desenvolvimento Econômico e Meio Ambiente do Rio Grande do Norte-IDEMA. 20 p.

GOP, F. Sagot-Martin. Lista I aves RN-arquipélagos extr. NE Brasil. Táxeus | Listas de espécies. 10/01/2003.

LIMA, Pedro Cerqueira. Aves do litoral norte da Bahia. – 1 ed. – Bahia: AO, 2006.

SICK, H. Ornitologia Brasileira. Rio de Janeiro: Nova Fronteira. 1997. 863p. Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

quinta-feira, 20 de julho de 2017

Turnera melochioides Cambess.

    A Turnera melochioides  é uma planta nativa de porte subarbustivo a arbustivo que no Brasil ocorre nos biomas da Mata Atlântica, Caatinga, Cerrado e Amazônia, estando distribuída nas seguintes regiões e respectivos estados brasileiros: Norte (Amazonas, Amapá, Pará, Rondônia, Tocantins), Nordeste (Alagoas, Bahia, Ceará, Maranhão, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte, Sergipe), Centro-Oeste(Goiás, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso) e Sudeste(Minas Gerais).

Referências
Organizador Rafaela Campostrini Forzza... et al. Catálogo de plantas e fungos do Brasil, volume 2. Rio de Janeiro : Andrea Jakobsson Estúdio : Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro, 2010.
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quarta-feira, 12 de julho de 2017

Chorozinho-de-papo-preto Herpsilochmus pectoralis Sclater, 1857.

Fêmea de Chorozinho-de-papo-preto Herpsilochmus pectoralis Sclater, 1857.

    Ave conhecida popularmente como Chorozinho-de-papo-preto ou Chorozinho-sinistro, entretanto seu nome científico é único, Herpsilochmus pectoralis Sclater, 1857.
  Um Indivíduo adulto atinge cerca de 13cm de comprimento, apresenta dimorfismo sexual, tendo o macho uma nódoa preta no peito como característica típica, enquanto a fêmea não possui, sendo seu  ventre alaranjado. Alimenta-se de maneira geral de insetos.
  "Habita a caatinga arbórea, floresta semidecídua, florestas decíduas, florestas de galeria, florestas secundárias em estágio avançado de regeneração e restinga arbórea". Ave endêmica do Brasil, tendo sua distribuição restrita até o momento aos seguintes estados do Nordeste: Maranhão, Rio Grande do Norte, Paraíba, Sergipe e Bahia. 
  Espécie ameaçada de extinção classificada na categoria "vulnerável", devido a destruição das florestas na área de ocorrência dessa espécie, o que contribuiu para redução das populações dela, e as que restaram estão separadas devido a grande fragmentação das florestas originais. Durante as minhas excursões pelo estado do Rio Grande do Norte, tenho observado essa espécie apenas na mesorregião Leste Potiguar.

Referências
BirdLife International. 2017. Herpsilochmus pectoralis. (amended version published in 2016) The IUCN Red List of Threatened Species 2017: e.T22701577A110860821. http://dx.doi.org/10.2305/IUCN.UK.2017-1.RLTS.T22701577A110860821.en. Downloaded on 12 July 2017.

FREIRE, A. A. 1999. Lista Atualizada de Aves do Estado do Rio Grande do Norte. Natal: Instituto de Desenvolvimento Econômico e Meio Ambiente do Rio Grande do Norte-IDEMA. 20 p.

GOP, F. Sagot-Martin. Lista I aves RN-arquipélagos extr. NE Brasil. Táxeus | Listas de espécies. 10/01/2003.

SICK, H. Ornitologia Brasileira. Rio de Janeiro: Nova Fronteira. 1997. 863p.
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sexta-feira, 30 de junho de 2017

Borboleta Ascia monuste (Linnaeus, 1764)

     A Borboleta da espécie Ascia monuste (Linnaeus, 1764) é uma das mais comuns no Brasil, mas sua distribuição geográfica não está restrita a esse país, pois ela é típica das Américas. Ela é observada principalmente em áreas abertas, jardins e plantações, onde os indivíduos adultos alimentam-se de néctar de várias flores. No entanto as lagartas(fase larval) dessa espécie consomem as folhas de várias plantas da família Brassicaceae, como a couve (Brassica oleracea L.), brócolis (Brassica oleracea L.),agrião (Lepidium ruderale L.),mostarda (Sinapis arvensis L.) e nabiça (Raphanus raphanistrum L.), sendo em alguns casos essas lagartas consideradas pragas, devido ao grande impacto nas plantações causando prejuízo financeiro. Porém, é importante ressaltar que essa espécie na fase adulta(alada) é uma das principais polinizadoras dessas mesmas plantas que são consumidas pelas lagartas. 
   "A lagarta apresenta coloração amarelada nos três primeiros instares e cinza esverdeada nos últimos, com a cabeça de cor amarela em tom escuro. O adulto possui asas de coloração branca amarelada, com bordas em marrom escuro na parte dorsal e marrom claro na parte ventral. Os sexos diferenciam-se por a fêmea apresentar uma pequena mancha no primeiro par de asas, e ter coloração na borda das asas mais intensa que o macho(Costa et al, 2012)."

Referências
Ascia m. monuste (Linnaeus, 1764). Disponível em http://butterfliesofamerica.com/ascia_m_monuste.htm Acesso em 30 de junho de 2017.

Costa, Mariana Fonseca; Salvadé,Vanessa Santos & De Avila Jr,Rubem Samuel; Ciclo do desenvolvimento pós-embrionário de Ascia monuste (Linnaeus)(Lepidoptera, Pieridae) Anais do Salão Internacional de Ensino, Pesquisa e Extensão. 2012. Disponível em : http://seer.unipampa.edu.br/index.php/siepe/article/view/1367 Acesso em 30 de junho de 2017. Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

quarta-feira, 21 de junho de 2017

Piriqueta guianensis N. E. Br

A espécie 'Piriqueta guianensis' pertence a família Turneraceae.
Esta erva perene faz parte da vegetação dos biomas Mata Atlântica, Caatinga, Cerrado e Amazônia, distribuindo-se nas seguintes regiões e estados brasileiros: Norte (Roraima, Tocantins) e Nordeste (Alagoas, Bahia, Ceará, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte e Sergipe).

Referências
BFG. Growing knowledge: an overview of Seed Plant diversity in Brazil. Rodriguésia, Rio de Janeiro, v. 66, n. 4, p. 1085–1113, 2015.

ROCHA, L.; MELO, J. I. M.; CAMACHO, R. G. V. Flora do Rio Grande do Norte, Brasil: Turneraceae Kunth ex DC. Rodriguésia, Rio de Janeiro, v. 63, n. 4, p. 1085–1099, 2012.
 
ROCHA, L.; RAPINI, A. Flora da Bahia: Turneraceae. Sitientibus, Série Ciências Biológicas, Feira de Santana, v. 15, p. 15–72, 2015.
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domingo, 11 de junho de 2017

Andorinha-do-rio Tachycineta albiventer (Boddaert, 1783)

    Ave conhecida popularmente como Andorinha-do-rio ou Andorinha-ribeirinha, entretanto seu nome científico é único, Tachycineta albiventer (Boddaert, 1783).
   O individuo adulto mede cerca de 13cm de comprimento,sendo machos e fêmeas muito parecidos. De acordo com (Turner e Rose, 1989) a espécie pode ser identificada através da presença de mancha branca nas penas de voo interiores, enquanto as penas de voo exteriores são mais pretas, azul e verde de acordo a exposição a luz. Ainda de acordo com das condições de luminosidade a cabeça é azulada, a testa varia entre o verde e o azul brilhante, os loros são pretos, as auriculares de cor preta azulada e a parte ventral é praticamente toda branca. 
  A Andorinha-do-rio(Tachycineta albiventer) é observada frequentemente aos casais ou em pequenos grupos, geralmente associada a porções de água como rios(daí seu nome popular), açudes e lagos. As margens desses ecossistemas aquáticos constroem seus ninhos, em fendas de árvores ou em barrancos sendo nesse caso, o buraco escavado como uma tigela, onde adiciona capins e outros materiais macios. Alimenta-se de insetos que captura em voos rápidos, as vezes sobrevoando a lâmina d´água nesses locais.
    Essa espécie tem sua distribuição geográfica em praticamente toda a América do Sul, sendo que no Brasil ocorre em todas as regiões do país. Durante as minhas excursões pelo estado do Rio Grande do Norte, observei essa espécie nas mesorregiões Central Potiguar, Agreste Potiguar e Leste Potiguar, mas ela é relativamente comum em todo território do RN.

Referências
BirdLife International. 2016. Tachycineta albiventer. The IUCN Red List of Threatened Species 2016: e.T22712065A94317143. http://dx.doi.org/10.2305/IUCN.UK.2016-3.RLTS.T22712065A94317143.en. Downloaded on 11 June 2017.

FREIRE, A. A. 1999. Lista Atualizada de Aves do Estado do Rio Grande do Norte. Natal: Instituto de Desenvolvimento Econômico e Meio Ambiente do Rio Grande do Norte-IDEMA. 20 p.

GOP, F. Sagot-Martin. Lista I aves RN-arquipélagos extr. NE Brasil. Táxeus | Listas de espécies. 10/01/2003.

LIMA, Pedro Cerqueira. Aves do litoral norte da Bahia. – 1 ed. – Bahia: AO, 2006.

SICK, H. Ornitologia Brasileira. Rio de Janeiro: Nova Fronteira. 1997. 863p.
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domingo, 4 de junho de 2017

Carrapicho-de-cavalo Krameria tomentosa A.St.-Hil.

  Planta conhecida popularmente como Carrapicho-de-cavalo, Carrapichinho, Ratanha de Nova Granada , Ratanha de salvanille, entretanto seu nome científico é único, Krameria tomentosa A.St.-Hil.
    Espécie nativa com ocorrência confirmada na Bolívia e Brasil, neste país sendo encontrada nos biomas da Amazônia, Caatinga, Cerrado e Mata Atlântica com distribuição nos seguintes estados: Amazonas, Pará, Rondônia, Tocantins, Alagoas, Sergipe, Maranhão, Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Bahia, Distrito Federal, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás, Minas Gerais e Rio de Janeiro.
    Planta perene de porte subarbustivo a arbustivo que atinge cerca de 1 m de altura. Ela é utilizada na medicina popular no combate a disenterias,diarréias, hemorragias, hemorroidas e estomatites.

Referências

Costa-Lima, J.L. Krameriaceae in Flora do Brasil 2020 em construção. Jardim Botânico do Rio de Janeiro. Disponível em: <http://floradobrasil.jbrj.gov.br/reflora/floradobrasil/FB8094>. Acesso em: 04 Jun. 2017
Organizador Rafaela Campostrini Forzza... et al. Catálogo de plantas e fungos do Brasil, volume 2. Rio de Janeiro : Andrea Jakobsson Estúdio : Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro, 2010.

Renato Braga. Plantas do nordeste,especialmente do Ceará. Fortaleza:coleção mossoroense-volume XLII,1996. P:175.
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domingo, 21 de maio de 2017

Ariramba-de-cauda-ruiva Galbula ruficauda Cuvier, 1816

   Ave conhecida popularmente como Ariramba-de-cauda-ruiva, Ariramba-de-cauda-castanha, Beija-flor-d'água, Beija-flor-da-mata-virgem, Beija-flor-do-mato-virgem, Beija-flor-grande, Bico-de-agulha, Bico-de-agulha-de-rabo-vermelho, Bico-de-sovela, Cuitelão, Fura-barreira, Fura-barriga, Guainumbi-guaçu, Sovelã e Barra-do-dia. Entretanto seu nome científico é único, Galbula ruficauda Cuvier, 1816.
   O indivíduo adulto atinge cerca de 23cm de comprimento total e peso médio de 23 gramas. Existe dimorfismo sexual na espécie, onde o macho pode ser identificado facilmente a partir da observação da garganta de cor branca, enquanto que na fêmea ela é de coloração ferrugínea e também seu abdômen é castanho mais pálido do que no macho. Alimenta-se exclusivamente de insetos voadores, principalmente do grupo Hymenoptera, mas também inclui outros como libélulas e mariposas.
   Normalmente essa espécie é observada aos casais, cava galerias em barrancos de rios ou estradas onde o terreno seja propício e também em cupinzeiros onde o casal choca até 4 ovos por ninhada e alimenta os filhotes após saírem do ninho por algumas semanas. Mantem-se ativa o dia todo, ficando as vezes imóvel em um poleiro por muito a espera de uma presa, os quais normalmente ela captura em voo.
   Ocorre em todo o território brasileiro, mas é rara na região Sul do país, sendo encontrada nas bordas ou clareiras de florestas, em áreas de matas secas, margens de rios e brejos. A sua distribuição geográfica estende-se além do Brasil, incluindo outros países da América, como: Argentina, Bolívia, Colômbia, Costa Rica, Equador, Guiana Francesa, Guiana, Guatemala, Honduras, México, Nicarágua, Panamá, Paraguai, Trinidad e Tobago e Venezuela.
   Durante as minhas excursões pelo estado do Rio Grande do Norte tenho observado essa espécie principalmente nas Mesorregiões Leste Potiguar e Agreste Potiguar, mas sabe-se também da ocorrência dela na Mesorregião Oeste Potiguar.

Referências

BirdLife International. 2016. Galbula ruficauda. The IUCN Red List of Threatened Species 2016: e.T22682200A92934430. http://dx.doi.org/10.2305/IUCN.UK.2016-3.RLTS.T22682200A92934430.en. Downloaded on 21 May 2017.

FREIRE, A. A. 1999. Lista Atualizada de Aves do Estado do Rio Grande do Norte. Natal: Instituto de Desenvolvimento Econômico e Meio Ambiente do Rio Grande do Norte-IDEMA. 20 p.

GOP, F. Sagot-Martin. Lista I aves RN-arquipélagos extr. NE Brasil. Táxeus | Listas de espécies. 10/01/2003.

LIMA, Pedro Cerqueira. Aves do litoral norte da Bahia. – 1 ed. – Bahia: AO, 2006.

SICK, H. Ornitologia Brasileira. Rio de Janeiro: Nova Fronteira. 1997. 863p.
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