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sábado, 16 de junho de 2018

Seleção Brasileira de Aves, um time de campeões

    A Copa do Mundo de futebol masculino na Rússia já começou e, se o Brasil irá ser campeão não é possível afirmar. Porém em termos de biodiversidade o nosso país é campeão absoluto, apresentando a maior diversidade biológica do mundo, tendo sido registrada até o presente cerca de 103.870 espécies animais e 43.020 espécies vegetais, além de um grande número de espécies ainda não descritas por cientistas. Em termos de riqueza de aves, o Brasil é 2ºlugar com 1919 espécies registradas, o que representa uma das maiores variedades de aves do planeta Terra. No Rio Grande do Norte temos pelo menos 380 espécies destas aves registradas em terras potiguares, das quais eu selecionei 11 para representar simbolicamente a nossa seleção brasileira, levando em consideração especialmente aquelas que apresentam a cor amarela predominante e também pelo fato de muitas delas serem comuns na área urbana dos nossos municípios. 

NOSSA SELEÇÃO BRASILEIRA DE AVES FICOU ASSIM:

1-Bem-te-vi(Pitangus sulphuratus), alimenta-se de insetos, frutos e até pequenos vertebrados.
2-Ferreirinho-relógio(Todirostrum cinereum), alimenta-se de insetos.
3-Suiriri-cavaleiro(Machetornis rixosa), alimenta-se de insetos.
4-Periquito-da-caatinga(Eupsittula cactorum), alimenta-se de frutos e sementes.
5-Canário-do-mato(Myiothlypis flaveola), alimenta-se de pequenos invertebrados.
6-Bentevizinho-de-penacho-vermelho(Myiozetetes similis), alimenta-se de insetos.
7-Gaturamo(Sicalis luteola), alimenta-se de grãos.
8-Bico-chato-amarelo(Tolmomyias flaviventris), alimenta-se de insetos.
9-Canário-da-Terra(Sicalis flaveola), alimenta-se de grãos.
10-Jandaia-verdadeira(Aratinga jandaya),alimenta-se de frutos e sementes.
11-Vem-vem(Euphonia chlorotica), frugívora, atua como dispersora de sementes.


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quarta-feira, 13 de junho de 2018

Bibrinha-da-Caatinga Lygodactylus klugei (Smith, Martin & Swain, 1977)

Bibrinha-da-Caatinga(Lygodactylus klugei) sobre folhas de "bromélia".
  Lagarto conhecido como Bibrinha-da-Caatinga,Briba ou Calanguinho, entretanto seu nome científico é Lygodactylus klugei (Smith, Martin & Swain, 1977).
    É uma espécie relativamente pequena atingindo cerca de 5cm de comprimento total, de hábito diurna, semi-arborícola e insetívora, alimentando-se de pequenos artrópodes.
Bibrinha-da-Caatinga(Lygodactylus klugei) camuflada em tronco de árvore. 
    É brasileira e típica da Caatinga, mas também tem ocorrência confirmada no Cerrado(Goiás). Durante as minhas excursões tenho observado essa espécie geralmente bem camuflada sobre troncos de arbustos ou árvores, especialmente nas mesorregiões Agreste Potiguar e Central Potiguar.

Referência
LANNA, Flávia Mól. História Evolutiva dos lagartos anões(Lygodactylus,Gekkonidae) no continente Sul Americano. Dissertação-Mestrado-Universidade Federal do Rio Grande do Norte. Natal, 2017. Disponível em: https://repositorio.ufrn.br/jspui/bitstream/123456789/23450/1/FlaviaMolLanna_DISSERT.pdf  Acesso em 09 de junho de 2018. Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

quarta-feira, 6 de junho de 2018

Garça-vaqueira Bubulcus ibis (Linnaeus, 1758) aquela que acompanha o gado

Garça-vaqueira(Bubulcus ibis) com plumagem nupcial.

   Ave conhecida popularmente como Garça-vaqueira, Garça-boiadeira, Garça-do-gado, Garça-carrapateira, Garça-companheira e Tratoreira, entretanto seu nome científico é único, Bubulcus ibis (Linnaeus, 1758).
  Cada indivíduo adulto apresenta comprimento de aproximadamente 50cm e peso médio de 350 gramas. "Totalmente branca com o bico, íris e tarsos amarelos, dedos pardacentos; durante a reprodução, de vértice, peito e costas cor de ferrugem, bico e pernas fortemente avermelhadas. Imaturos de bico, tarsos e dedos anegrados, às vezes já se reproduzem nesta fase. Indivíduos subadultos com bico amarelo, tarsos e dedos pretos e solas dos pés amareladas(SICK, H.,1997)." Parece com a garça-branca-pequena(Egretta thula), podendo ser diferenciada desta por apresentar bico amarelo de formato mais cônico, pés bem escuros, pescoço relativamente mais grosso. Alimenta-se principalmente de pequenos artrópodes, como moscas, grilos, gafanhotos, aranhas, mas as vezes pode incluir também pequenas rãs em sua dieta.
Bando de Garça-vaqueira(Bubulcus ibis)
    É encontrada em área de campos secos, áreas de cultivo e criação de gado e também as margens de rios e lagos. Pode ser encontrada ao lado de outras espécies de garças geralmente na época de migrações. Com frequência é observada acompanhando a movimentação do gado que esteja pastando, o que facilita o encontro de suas presas. Pode ser vista em grandes bandos, formados até por milhares de indivíduos em dormitório por exemplo.  Tanto o pai como a mãe constroem o ninho sobre arbustos ou árvores as margens de porções de água, onde a "fêmea põe de 2 a 5 ovos que são incubados pelos pais num período de até 26 dias".
   Originária da África atravessou o Oceano Atlântico por volta do final do século 19 chegando as Américas, sendo hoje encontrada em todo continente americano. No Brasil foi registrada pela primeira vez em 1964 na Ilha do Marajó associada a população de búfalos, tendo sua reprodução confirmada no Brasil em 1965, imigrando da região Norte brasileira para as outras regiões do país, sendo hoje encontrada em todo território nacional(SICK, H.,1997).
   Durante as minhas excursões pelo estado do Rio Grande do Norte, tenho observado essa espécie em todas as mesorregiões do estado: Leste Potiguar, Agreste Potiguar,Central Potiguar e Oeste Potiguar.


Referências

FREIRE, A. A. 1999. Lista Atualizada de Aves do Estado do Rio Grande do Norte. Natal: Instituto de Desenvolvimento Econômico e Meio Ambiente do Rio Grande do Norte-IDEMA. 20 p.

GOP, F. Sagot-Martin. Lista I aves RN-arquipélagos extr. NE Brasil. Táxeus | Listas de espécies. 10/01/2003.

LIMA, Pedro Cerqueira. Aves do litoral norte da Bahia. – 1 ed. – Bahia: AO, 2006.

SICK, H. Ornitologia Brasileira. Rio de Janeiro: Nova Fronteira. 1997. 863p.
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quarta-feira, 30 de maio de 2018

Marimbondo-chapéu( Apoica sp.) a única vespa social ativa a noite

    Vespa da subfamília Polistinae que pertence ao gênero Apoica sendo conhecida popularmente como Marimbondo-chapéu, exatamente porque seu ninho parece um chapéu. 
   Essas vespas sociais são as únicas ativas durante a noite, daí a presença de olhos muito grande nas espécies do gênero Apoica. Elas ocorrem nas Américas do Sul e Central, com distribuição estendendo-se do México a Argentina, sendo que no Brasil ocorrem as 8 espécies do citado gênero.


Referências
Carpenter, J.M. &O.M. Marques. 2001. Contribuição ao estudo dos vespídeos do Brasil (Insecta, Hymenoptera, Vespoidea, Vespidae). Publicações Digitais 2: 1–147.

Francisco Virgínio, Tatiane Tagliatti Maciel e Bruno Corrêa Barbosa. Novas contribuições para o conhecimento de vespas sociais (Hymenoptera: Vespidae) para Estado do Rio Grande do Norte, Brasil
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segunda-feira, 21 de maio de 2018

Marreca-toicinho Anas bahamensis Linnaeus, 1758

    Ave conhecida popularmente como Marreca-toicinho, Paturi-do-mato ou Queixo-branco, entretanto seu nome científico é único, Anas bahamensis Linnaeus, 1758.
   Um indivíduo adulto dessa espécie apresenta comprimento total estimado em 40cm e peso médio de 400 gramas. O macho é maior que a fêmea, ele tem a mancha vermelha da base do bico(azulada) mais extensa e mais vívida, mas ambos tem os lados(inferiores) da cabeça  e garganta de cor branca e dorso marrom com manchinhas pretas. Alimenta-se principalmente de larvas de cracas(Balanus sp.), folhas e sementes, mas inclui também em sua dieta, vermes e larvas de insetos.
   Vive associada a áreas úmidas como lagos ou lagoas, rios, brejos e manguezais. Espécie de ampla distribuição geográfica,  ocorrendo no Caribe e grande parte América do Sul, sendo que no Brasil ela ocorre principalmente nas regiões  Nordeste, Sudeste e Sul. Durante as minhas excursões pelo estado do Rio Grande do Norte, tenho observado essa espécie principalmente nas mesorregiões Leste Potiguar, Agreste Potiguar e Central Potiguar.


Referências
FREIRE, A. A. 1999. Lista Atualizada de Aves do Estado do Rio Grande do Norte. Natal: Instituto de Desenvolvimento Econômico e Meio Ambiente do Rio Grande do Norte-IDEMA. 20 p.

GOP, F. Sagot-Martin. Lista I aves RN-arquipélagos extr. NE Brasil. Táxeus | Listas de espécies. 10/01/2003.
LIMA, Pedro Cerqueira. Aves do litoral norte da Bahia. – 1 ed. – Bahia: AO, 2006.
LIMA, L. M. Aves da Mata Atlântica: riqueza, composição, status, endemismos e conservação. 2013. 513f. Dissertação (Mestrado em Ciências) - Universidade de São Paulo, São Paulo. 2013.
SICK, H. Ornitologia Brasileira. Rio de Janeiro: Nova Fronteira. 1997. 863p.
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domingo, 13 de maio de 2018

Cabeça-de-frade Melocactus ernestii Vaupel

    Planta que pertence a família Cactaceae(dos cactos), sendo conhecida popularmente como Cabeça-de-frade, enquanto que seu nome científico é Melocactus ernestii Vaupel.
   Essa espécie apresenta caule globoso ou subgloboso, cada aréola composta por 14 a 20 espinhos, onde o central é maior e flores róseas na parte central(cefálio) e fruto do tipo baga. Floresce quase o ano inteiro, sendo suas flores muito visitadas por borboletas e beija-flores.
  A Cabeça-de-frade(Melocactus ernestii) é nativa e endêmica do Brasil, ocorrendo na Caatinga e Brejos de Altitude principalmente sobre afloramentos rochosos com altitude de até 1.100m. Durante as minhas excursões pelo estado do Rio Grande do Norte, observei essa espécie até o momento apenas em Monte das Gameleiras e Serra de São Bento.

Referências
Emerson Antonio Rocha e Maria de Fátima Agra. FLORA DO PICO DO JABRE, PARAÕBA, BRASIL: CACTACEAE JUSS. Acta bot. bras. 16(1): 15-21, 2002.
Organizador Rafaela Campostrini Forzza... et al. Catálogo de plantas e fungos do Brasil, volume 1. Rio de Janeiro : Andrea Jakobsson Estúdio : Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro, 2010.
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domingo, 6 de maio de 2018

João-chique-chique Synallaxis hellmayri Reiser, 1905

   Ave conhecida popularmente como João-chique-chique, Tatac, Maria-macambira ou Sis-tré, entretanto seu nome científico é único, Synallaxis hellmayri Reiser, 1905. O individuo adulto dessa espécie atinge cerca de 19cm de comprimento, apresenta plumagem de cor predominantemente acinzentada, coberteiras da asa castanha, garganta com mancha negra e uma cauda longa.
    "O período reprodutivo inicia-se no mês de fevereiro e os ovos eclodem em meados de março e maio. Durante a corte, o macho oferece alimento à fêmea, e em seguida eles se acasalam.Os ovos são de cor esverdeada, suave e lustrosa. A postura consta de dois a três ovos que medem, em média, 23 mm x 17 mm e pesam 3.4g, sendo que a casca do ovo pesa 0,2538g o que equivale a 7,5 % do peso do ovo. Tanto o macho quanto a fêmea se alternava na incubação dos ovos e no aquecimento dos filhotes nos primeiros dias de vida. O ninho mede em média 700 mm, incluindo o tubo de entrada que mede 110 mm e a boca que mede 60 mm. O ninho é forrado interiormente com lã de cacto “chique-chique” onde os ovos são postos. Encontramos também ninhos que não eram forrados e os ovos eram postos diretamente sobre os gravetos(Lima et al,2008,p.34)."
   Alimenta-se de pequenos artrópodes como por exemplo, aranhas. Vive associada a vegetação herbácea e arbustiva fechada da Caatinga, não sendo fácil a sua observação. Ocorre apenas no Brasil, especificamente na região Nordeste do país e em Minas Gerais, sendo considerada uma espécie endêmica da Caatinga.
   Durante as minhas excursões pelo estado do Rio Grande do Norte, tenho observado essa espécie apenas na mesorregião Central Potiguar, quase sempre em meio a vegetação arbustiva bem emaranhada.

Referências
Lima ,Pedro Cerqueira;Neto, Thyers Novaes de C. L. & Silva,Luiz Eduardo S. Primeiro registro documentado (Gyalophylax hellmayri Reiser, 1905) na pátria da da reprodução do João-chique-chique Anodorhynchus leari. Atualidades Ornitológicas Nº 144 - Julho/Agosto 2008.

SICK, H. Ornitologia Brasileira. Rio de Janeiro: Nova Fronteira. 1997. 863p.
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domingo, 29 de abril de 2018

Pacotê Cochlospermum vitifolium (Willd.) Spreng

   Planta conhecida popularmente como Pacotê, algodão-do-mato, árvore-algodão, árvore-de-botão-de-ouro,Botão-de-ouro e Ranúnculo, entretanto seu nome científico é único, Cochlospermum vitifolium (Willd.) Spreng.
   Espécie nativa de porte arbustivo ou arbóreo que apresenta folhas com limbo contendo 5 lobos, elípticos ou obovados, margem inteira a serreada, estípulas e inflorescências em panículas. Sua flores amarelas são muito chamativas, atraindo polinizadores que se fartam com a grande quantidade de pólen, sendo as mesmas procuradas especialmente por abelhas nativas dos gêneros Xylocopa e Centris. A beleza de suas flores qualifica ela como ornamental e como espécie pioneira de crescimento rápido é indicada para projetos de reflorestamentos. Floresce geralmente de julho a janeiro e frutifica de novembro a março.
   Sua distribuição estende-se pelas América Central e do América do Sul, ocorrendo no Brasil nas seguintes regiões e respectivos estados: Nordeste (Alagoas, Bahia, Ceará, Maranhão, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte, Sergipe), Norte (Amazonas, Amapá, Pará, Rondônia, Roraima) e Sudeste (Minas Gerais). Sendo assim, tem ocorrência confirmada nos biomas da Caatinga, Mata Atlântica, Cerrado e Amazônia. 

Referências
Organizador Rafaela Campostrini Forzza... et al. Catálogo de plantas e fungos do Brasil, volume 1. Rio de Janeiro : Andrea Jakobsson Estúdio : Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro, 2010.

Camila Maia-Silva...[et al.]. Guia de plantas : visitadas por abelhas na Caatinga. 1. ed. Fortaleza, CE : Editora Fundação Brasil Cidadão, 2012.

Rayane de Tasso Moreira Ribeiro e Maria Iracema Bezerra Loiola. Flora do Ceará, Brasil: Bixaceae.
Rodriguésia vol.68 no.4 Rio de Janeiro July/Sept. 2017. Disponível em
http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S2175-78602017000601313
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domingo, 22 de abril de 2018

Choca-do-Nordeste Sakesphorus cristatus (Wied, 1831).

   
    Ave conhecida popularmente como Choca-do-Nordeste, porém seu nome científico é Sakesphorus cristatus (Wied, 1831).
   Um individuo adulto pode atingir 15cm de comprimento total e peso de aproximadamente 18g. Essa espécie apresenta dimorfismo sexual no qual o macho apresenta a plumagem dorsal parda,garganta,pescoço(anterior) e topete negros,este que na fêmea é ferrugínea, em ambos a parte ventral apresenta coloração esbranquiçada predominante.
   "O ninho dessa espécie tem a forma de um cesto fixado em uma forquilha, na vegetação arbustiva, tendo a entrada um diâmetro  de 60 mm x 50 mm, altura 50 mm e profundidade de 45 mm, forrado com líquen por fora.  A postura consta de dois ovos pesando em média 3,3 g, que são incubados pelos pais(Lima et al,2010)".
  A Choca-do-Nordeste(Sakesphorus cristatus) ocorre exclusivamente no Brasil, especificamente na região Nordeste e Minas Gerais, sendo considerada espécie endêmica da Caatinga. Durante as minhas excursões pelo estado do Rio Grande do Norte, tenho observado essa espécie apenas na mesorregião Central Potiguar,sempre em meio a vegetação típica do bioma Caatinga.

Referências
Lima,Pedro Cerqueira; Rolf Grantsau; Rita de Cássia F. da Rocha Lima; Thyers N. de Cerqueira Lima Neto & Luiz E. Souza Silva. Ninhos de espécies ameaçadas, endêmicas e outras de comportamento reprodutivo pouco conhecido, na pátria da arara-azul-de-lear (Anodorhynchus leari) (Psittaciformes: Psittacidae), destacando-se novos dados sobre o comportamento reprodutivo do besourinho-de-cauda-larga (Phaethornis gounellei) (Apodiformes: Trochilidae) a descrição do ninho da choca-do-nordeste (Sakesphorus cristatus) (Passeriformes: Thamnophilidae) e do jacucaca (Penelope jacucaca) (Galliformes: Cracidae). Atualidades Ornitológicas On-line Nº 153 - Janeiro/Fevereiro 2010 - www.ao.com.br

LIMA, Pedro Cerqueira. Aves da pátria da Leari. 1.ed. - Salvador: AO, 2004

SICK, H. Ornitologia Brasileira. Rio de Janeiro: Nova Fronteira. 1997. 863p. Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

domingo, 15 de abril de 2018

Pau-ferro Chamaecrista ensiformis (Vell.) H.S.Irwin & Barneby

  Planta conhecida popularmente como Pau-ferro ou Jaúna, entretanto seu nome científico é Chamaecrista ensiformis (Vell.) H.S.Irwin & Barneby. Pertence a família Fabaceae.  Espécie de porte arbustivo a arbóreo, podendo atingir até 6m de altura; suas folhas são compostas, paripenada e alternas; as flores dela são amarelas(corola) e seus frutos são do tipo legume que ao amadurecerem ficam amarronzados.
   O Pau-ferro(Chamaecrista ensiformis) é uma espécie nativa encontrada no Brasil principalmente nas restingas, mas também ocorre em outras formações vegetais como Cerrado, Floresta de Terra firme e Mata Ciliar. Sendo assim, ha registros dela nos biomas da Mata Atlântica, Cerrado,Caatinga e Amazônia, com ocorrência confirmada nas seguintes regiões e respectivos estados brasileiros: 
Norte (Amazonas, Pará, Tocantins), Nordeste (Alagoas, Bahia, Ceará, Maranhão, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte, Sergipe), Centro-Oeste (Goiás, Mato Grosso) e Sudeste (Espírito Santo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo).
   "O nome popular pau-ferro acredita-se que tenha origem pelo fato de que a sua madeira é muito dura, resistente como "ferro" ao corte, sendo assim procurada por madeireiros do interior do estado para confecção de estacas,sendo usada em cercas. É importante lembrar que o corte de árvores como esta é crime ambiental se não for feita com autorização do IBAMA".

Referência
Organizador Rafaela Campostrini Forzza... et al. Catálogo de plantas e fungos do Brasil, volume 2. Rio de Janeiro : Andrea Jakobsson Estúdio : Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro, 2010.

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