NOSSA PÁGINA

domingo, 10 de dezembro de 2017

Turco Parkinsonia aculeata L.


Turco(Parkinsonia aculeata) observada no leito do curso do rio Traíri, em Monte Alegre,RN,Brasil.
   Planta conhecida popularmente como Turco, Espinho-de-turco, Supresta, Espinho-de-jerusalém, Cina-cina ou Rosa da Turquia, entretanto seu nome científico é único,Parkinsonia aculeata L..
   Ela pertence a família Fabaceae, apresenta porte arbustivo a árboreo atingindo até 5m de altura, suas folhas pinadas apresentam dois espinhos agudos na base. Suas flores amarelo-pálidas, com o estandarte avermelhado em racemos, pequenos e axilares, são melíferas(BRAGA,1976). 
   Turco(Parkinsonia aculeata) possui várias utilidades, pois é considerada uma planta ornamental, utilizada na arborização urbana, serve como cerca viva, sua madeira é usada para lenha, produção de carvão e fabricação de papel. Ainda é útil para sombreamento em pastagens, servindo de abrigo para rebanhos, além de suas folhas e sementes servirem de alimento para estes. Também é usada na medicina popular no combate a febre e problemas digestivos.
   Espécie de origem americana, considerada naturalizada no Brasil, ocorrendo em margens dos cursos d´água e várzeas, principalmente em áreas degradadas dos biomas da Caatinga,Mata Atlântica, Cerrado, Pantanal e Pampa. Apresenta ampla distribuição geográfica no país, com ocorrência confirmada nas regiões Nordeste (Alagoas, Bahia, Ceará, Maranhão, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte, Sergipe), Sudeste (Espírito Santo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo), Centro-Oeste(Goiás, Mato Grosso do Sul ), Norte (Roraima) e Sul (Rio Grande do Sul).

Referências
Almeida, Edvaldo Rodrigue de. Plantas Medicinais Brasileiras: conhecimentos populares e científicos. Hemus,1993.
Gomes, Maria Luiza de Oliveira. Germinação in vitro de  Parkinsonia aculeata L.: uma espécie de uso múltiplo ocorrente nas matas ciliares da Caatinga. 2007. Dissertação(Mestrado em Botânica. Universidade Federal Rural de Pernambuco.
Organizador Rafaela Campostrini Forzza... et al. Catálogo de plantas e fungos do Brasil, volume 2. Rio de Janeiro : Andrea Jakobsson Estúdio : Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro, 2010.
Renato Braga. Plantas do nordeste,especialmente do Ceará. Fortaleza:coleção mossoroense-volume XLII,1976. 
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

domingo, 3 de dezembro de 2017

Borboleta Eurema cf. elathea

Borboletas da espécie 'Eurema cf. elathea' se alimentando de néctar nas flores da coroa-de-frade(Melocactus sp.), município de Cerro Corá,RN,Brasil.
   Essa borboleta da espécie Eurema elathea(Cramer,1777) ocorre geralmente em bordas de matas,florestas secundárias, ambientes abertos, campos e áreas de monoculturas. Os indivíduos adultos alimentam-se de néctar presente em várias plantas, por exemplo das famílias Asteraceae, Fabaceae e Malvaceae. 

Quer saber mais? acesse:
Lenita J. Oliveira. Comportamento da borboleta Eurema elathea (Cramer) (Pieridae:Coliadinae). 1996. Disponível em: https://www.embrapa.br/soja/busca-de-publicacoes/-/publicacao/897792/comportamento-da-borboleta-eurema-elathea-cramer-pieridae-coliadinae Acesso em 03 de dezembro de 2017.

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

domingo, 12 de novembro de 2017

Pica-pau-anão-canela Picumnus fulvescens Stager, 1961

Pica-pau-anão-canela fotografado em borda de mata, município de Espírito Santo,RN.
    Ave conhecida popularmente como Pica-pau-anão-canela ou Pica-pau-anão-de-Pernambuco, entretanto seu nome científico é  Picumnus fulvescens Stager, 1961. 
    Mede cerca de 10cm de comprimento. A plumagem do dorso é parda e a do ventre é ferrugínea suavemente riscada de branco, enquanto a cabeça é preta com pontinhos brancos nas fêmeas e, nos machos mantém esse padrão acrescido de um topete vermelho.
     Ocorre na vegetação de porte arbóreo da Mata Atlântica, brejos de altitude e também em área de transição entre caatinga e matas úmidas. Espécie endêmica da região Nordeste do Brasil, tendo sido sua presença confirmada nos estados do Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco,Alagoas e Sergipe. Durante as minhas excursões pelo estado do Rio Grande do Norte, tenho observado essa espécie principalmente na mesorregião Leste do estado.

Referências
FREIRE, A. A. 1999. Lista Atualizada de Aves do Estado do Rio Grande do Norte. Natal: Instituto de Desenvolvimento Econômico e Meio Ambiente do Rio Grande do Norte-IDEMA. 20 p.

GOP, F. Sagot-Martin. Lista I aves RN-arquipélagos extr. NE Brasil. Táxeus | Listas de espécies. 10/01/2003.

SICK, H. Ornitologia Brasileira. Rio de Janeiro: Nova Fronteira. 1997. 863p.

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

domingo, 5 de novembro de 2017

Borboleta Cogia calchas (Herrich-Schäffer, 1869)

   Borboleta da família Hesperiidae sendo esta da espécie Cogia calchas (Herrich-Schäffer, 1869).
   Ela geralmente é encontrada em habitats alterados de florestas, em campos, na vegetação que margeia áreas alagadas e jardins, onde os adultos são observados se alimentando de néctar das flores de plantas herbáceas, principalmente da família Fabaceae. 
Borboleta(Cogia calchas) observada se alimentando em área aberta e antropizada, município de Monte Alegre,RN,Brasil.


Referências
Adrian Hoskins. Butterflies of the Amazon and Andes Mimosa Skipper Cogia calchas HERRICH-SCHAFFER, 1869. Disponível em: http://www.learnaboutbutterflies.com/Amazon%20-%20Cogia%20calchas.htm Acesso em 05 de Novembro de 2017.
Juan Antonio Perea. Cogia calchas. Disponível em : http://www.biodiversidadvirtual.org/insectarium/Cogia-calchas-img585271.html Acesso em 05 de novembro de 2017.
Mimosa Skipper Cogia calchas (Herrich-Schäffer, 1869)Disponível em https://www.butterfliesandmoths.org/species/Cogia-calchas Acesso em 05 de Novembro de 2017.
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

domingo, 22 de outubro de 2017

Burra-leiteira Pradosia restingae Terra-Araujo

   Pradosia restingae Terra-Araujo é uma espécie de planta terrestre da família Sapotaceae, recentemente descrita, de porte arbustivo a arbóreo podendo atingir 9m de altura. Suas flores de cor variando do verde ao creme surgem diretamente dos galhos e apresentam muito néctar e seus frutos quando maduros são amarelos, polpa relativamente doce com muito látex,cada um contendo de uma a duas sementes.
   P. restingae como o próprio nome sugere ocorre nas restingas, na vegetação de dunas costeira, sendo portanto uma espécie nativa e endêmica da Mata Atlântica. Até o presente essa espécie só foi registrada na região nordeste do Brasil(Rio Grande do Norte, Sergipe e Bahia), devido a essa restrição geográfica e ao baixo número de populações da mesma ela pode ser a princípio considerada ameaçada de extinção.
   Durante as minhas excursões por terras potiguares já observei a espécie em Natal no Parque das Dunas, no Parque Dom Nivaldo Monte(Parque da cidade), em Tibau do Sul no Santuário Ecológico de Pipa, em Parnamirim na restinga próximo a praia de Cotovelo e na restinga da RPPN Mata Estrela em Baía Formosa.

Referência
Terra-Araujo,Mário Henrique,Aparecida Donisete de Faria,Anderson Alves-Araujo and Marccus Alves. Pradosia restingae sp. nov. from the Atlantic forest, Brazil. Nordic Journal of Botany 31: 437–441, 2013. doi: 10.1111/j.1756-1051.2012.01724.x 
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

domingo, 15 de outubro de 2017

Urubu-de-cabeça-amarela Cathartes burrovianus Cassin, 1845.

Urubu-de-cabeça-amarela(Cathartes burrovianus) pousado na vegetação da restinga as margens da lagoa de arituba, município de Nísia Floresta,RN.
   Ave conhecida popularmente por Urubu-de-cabeça-amarela ou Urubu-peba, entretanto seu nome científico é Cathartes burrovianus Cassin, 1845.
   Indivíduos Adultos chegam a atingir 65cm de comprimento, envergadura de 160cm e peso variável de 950 a 1550g. Apresenta como característica distinguível a coloração amarelada(amarelo claro ou alaranjado) de parte da cabeça, com uma mancha negra que se estende abaixo do olho, sendo as laterais do pescoço também amarelo.
   Constrói o ninho em cavidades naturais das árvores ou no emaranhado de raízes de gramíneas no solo, onde põem em média 2 ovos brancos pintados de marrom. 
    Habita em áreas abertas, campos, restingas, mangues, pântanos e matas de galerias. Geralmente são solitários, mas as vezes são vistos aos pares ou em pequenos grupos. Planam baixo com frequência sobre áreas alagadas, as vezes em voos rasantes capturam pequenos animais como peixes, sapos,serpentes e mamíferos, mas também inclui carniça em sua dieta.
   Espécie tipica das Américas, ocorrendo em todas as regiões do Brasil. Durante as minhas excursões pelo estado do Rio Grande do Norte, tenho observado essa espécie em todas as mesorregiões do estado, principalmente na Leste Potiguar associado as restingas.

Referências
FREIRE, A. A. 1999. Lista Atualizada de Aves do Estado do Rio Grande do Norte. Natal: Instituto de Desenvolvimento Econômico e Meio Ambiente do Rio Grande do Norte-IDEMA. 20 p.

GOP, F. Sagot-Martin. Lista I aves RN-arquipélagos extr. NE Brasil. Táxeus | Listas de espécies. 10/01/2003.

LIMA, Pedro Cerqueira. Aves do litoral norte da Bahia. – 1 ed. – Bahia: AO, 2006.

SICK, H. Ornitologia Brasileira. Rio de Janeiro: Nova Fronteira. 1997. 863p.

SIGRIST, Tomas. Guia de campo Avis Brasilis: avifauna brasileira. Avis Brasilis, 2009. Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

domingo, 8 de outubro de 2017

Angelonia biflora Benth.

Angelonia biflora fotografada em curso de rio na área da floresta de altitude do município de Luís Gomes,RN. Também observei a espécie na floresta serrana de Portalegre,RN. 
    Planta herbácea da família Plantaginaceae, Angelonia biflora é uma espécie nativa encontrada exclusivamente no Brasil, sendo considerada endêmica da Caatinga, habitando as áreas úmidas desse bioma, registrada principalmente nos brejos de altitude na região Nordeste do país. Até o momento sua distribuição geográfica está confirmada apenas para os estados do Rio Grande do Norte, Ceará, Paraíba e Pernambuco.

Referência
Organizador Rafaela Campostrini Forzza... et al. Catálogo de plantas e fungos do Brasil, volume 2. Rio de Janeiro : Andrea Jakobsson Estúdio : Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro, 2010.
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

domingo, 1 de outubro de 2017

Maria-boba Mechanitis lysimnia nesaea Hübner (1820)

Maria-boba (Mechanitis lysimnia nesaea) observada acasalando em fragmento de mata antropizada, no município de Monte Alegre,RN.
   Borboleta conhecida popularmente como Maria-boba ou Pequena-bandeira-espanhola, entretanto seu nome científico é único, Mechanitis lysimnia nesaea Hübner(1820).
   As larvas de Mechanitis lysimnia são gregárias e alimentam-se principalmente das folhas de plantas do gênero Solanum, como por exemplo Tomateiro-bravo( Solanum sinzibrifolium) que apresenta substâncias chamadas solaninas, estas ajudam a tornar os indivíduos adultos dessa espécie impalatáveis, tanto que algumas outras borboletas as imitam(BATES, 1862). Adultos de M. lysimnia são tão impalatáveis que aranhas do gênero Nephila ao detectar a presença de alomônios secretadas por essas borboletas na sua teia, corta a teia em volta da borboleta capturada, soltando-a da sua armadilha( teia de captura de alimento). 
  Os adultos alimentam-se do néctar da flores de algumas plantas, principalmente do gênero Eupatorium sp., sendo essa espécie encontrada no interior de florestas das América do Sul e Central.

Referências
BATES, H. W. Contributions to an insect fauna of the Amazon Valley
(Lepidoptera: Heliconidae). Transactions of the Entomological Society of London,
n. 23, v. 3, p. 495–556, 1862.

Geraldo Salgado-Neto. LEPIDÓPTEROS DO BRASIL (Agenda de Campo). Disponível em: https://guiasdecampo.wordpress.com/2010/12/24/lepidopteros-do-brasil-agenda-de-campo-geraldo-salgado-neto Acesso em 01 de outubro de 2017.
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

domingo, 24 de setembro de 2017

Cereja-do-cerrado Eugenia punicifolia (Kunth) DC.

   Planta conhecida popularmente como Cereja-do-cerrado, Cereja-da-praia, Murta, Murta-vermelha, Pitanga, Pitanga-do-campo, entretanto seu nome científico é único, Eugenia punicifolia (Kunth) DC. .
   Espécie nativa de porte arbustivo que atinge em média 3m de altura e, apresenta flores belíssimas tornando-a espécie de grande valor ornamental, sendo fonte de alimento para abelhas(melíferas), enquanto que seus frutos elípticos e vermelhos quando maduros, são ingeridos principalmente por aves,sendo estas as grandes dispersoras das sementes dessa planta. Segundo a medicina popular suas folhas e cascas do caule apresentam propriedades antidiarréica e diurética.
    Esta espécie é endêmica do Brasil e apresenta ampla distribuição no país, ocorrendo nos biomas da Mata Atlântica, Cerrado, Caatinga e Amazônia nas seguintes regiões e respectivos estados brasileiros: Norte (Acre, Amazonas, Amapá, Pará, Rondônia, Roraima, Tocantins), Nordeste (Alagoas, Bahia, Ceará, Maranhão, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte, Sergipe), Centro-Oeste (Distrito Federal, Goiás, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso), Sudeste (Espírito Santo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo) e Sul (Paraná).

Referências

Aline Stadnik & Marla Ibrahim U. de Oliveira e Nádia Roque. Levantamento florístico de Myrtaceae no município de Jacobina, Chapada Diamantina, Estado da Bahia, Brasil. Hoehnea 43(1): 87-97, 2016.

Eugenia in Flora do Brasil 2020 em construção. Jardim Botânico do Rio de Janeiro.Disponível em: http://floradobrasil.jbrj.gov.br/reflora/floradobrasil/FB10515. Acesso em: 24 Set. 2017.

Gabriel p. Soneghet & Luciana Dias Thomaz . Flora medicinal (Bignoniaceae e Myrtaceae) do herbário VIES. Resumos do 56º Congresso Nacional de Botânica. Disponível em http://www.botanica.org.br/trabalhos-cientificos/56CNBot/56CNBot-1389.pdf acesso em 24 de setembro de 2017.

Organizador Rafaela Campostrini Forzza... et al. Catálogo de plantas e fungos do Brasil, volume 2. Rio de Janeiro : Andrea Jakobsson Estúdio : Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro, 2010.
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

domingo, 17 de setembro de 2017

Jacu Penelope superciliaris Temminck, 1815

 Ave conhecida popularmente como Jacupemba, Jacucaca,Jacupeba,Jacu,Jacu-velho,Pava-chica ou Yacupoí, entretanto seu nome científico é único, Penelope superciliaris Temminck, 1815.
  Um indivíduo adulto atinge aproximadamente 55cm de comprimento e peso de 850 gramas. Tanto o macho quanto a fêmea apresenta a sobrancelha acinzentada ou esbranquiçada, íris vermelha, asas com bordas ferrugíneas,porém o macho apresenta barbela vermelha mais saliente. 
   Habita no estrato médio da vegetação das Caatingas, matas ciliares e copa das árvores na borda de florestas, vivendo em famílias compostas de 3 a 5 indivíduos. Seu ninho é construído geralmente no topo das árvores ou em galhos da vegetação sobre água. Neste é posto ovos lisos de cor branca que são incubados por cerca de 28 dias até o nascimento dos filhotes. Há registro de ninho feito sobre rocha no interior de floresta (Sick,1997). Alimenta-se principalmente de frutos, flores, folhas e brotos.
   Espécie nativa com distribuição geográfica no continente americano nos países da Argentina, Bolívia, Paraguai e Brasil, neste ocorre em todas as regiões. Durante as minhas excursões pelo estado do Rio Grande do Norte, tenho observado essa espécie apenas na mesorregião Leste, nos municípios de Natal e Tibau do Sul.
    As maiores ameaças a esta espécie deve a destruição do seu habitat e principalmente a caça intensa, o que proporcionou o seu aparecimento na "Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção". Nesta lista(MMA,2014), "Penelope superciliaris alagoensis Nardelli, 1993" é classificada como espécie criticamente em perigo(CR), o que acarreta proteção integral a mesma, sendo proibida a sua captura, transporte, armazenamento,guarda, manejo, beneficiamento e comercialização, exceto para fins de pesquisa ou para a conservação da espécie,mediante autorização do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade - Instituto Chico Mendes.

Referências
BirdLife International. 2016. Penelope superciliaris. The IUCN Red List of Threatened Species 2016: e.T22678370A92770303. http://dx.doi.org/10.2305/IUCN.UK.2016-3.RLTS.T22678370A92770303.en. Downloaded on 17 September 2017.

FREIRE, A. A. 1999. Lista Atualizada de Aves do Estado do Rio Grande do Norte. Natal: Instituto de Desenvolvimento Econômico e Meio Ambiente do Rio Grande do Norte-IDEMA. 20 p.

GOP, F. Sagot-Martin. Lista I aves RN-arquipélagos extr. NE Brasil. Táxeus | Listas de espécies. 10/01/2003.

LIMA, Pedro Cerqueira. Aves do litoral norte da Bahia. – 1 ed. – Bahia: AO, 2006.

SICK, H. Ornitologia Brasileira. Rio de Janeiro: Nova Fronteira. 1997. 863p.
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...