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quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Mero Epinephelus itajara (Lichtenstein, 1822); Fauna do RN

Photo by Don DeMaria
   O Mero(Epinephelus itajara) faz parte da família Serranidae, a mesma a qual faz parte também a Garoupa, sendo o Mero o maior representante dessa família. O Mero(Epinephelus itajara) ocorre em águas tropicais e subtropicais dos oceanos Atlântico e Pacífico Oriental. No Atlântico ocidental, os intervalos de espécies de North Carolina (EUA) a região sudeste do Brasil (Francesconi e Schwartz, 2000), e é pego muito no Golfo do México e na maior parte do Caribe. Relata-se no Atlântico oriental do Senegal ao Congo. No Pacífico Oriental, ocorre desde o Golfo da Califórnia ao Peru (Heemstra e Randall, 1993).
Disponível:http://www.indoviajar.com.br/img/fotos/3639/3639_84g.jpg 
    A abundância global ou regional dos adultos é desconhecida. A abundância é rara hoje em dia onde outrora era abundante (Sadovy e Eklund, 1999). Os meros são encontrados principalmente em águas rasas tropicais, entre corais e recifes artificiais em profundidades de até 165 pés (50 m). Os jovens Meros podem viver em ambientes estuarinos, canais e manguezais. A espécie se alimenta de uma grande diversidade de peixes e invertebrados (Sadovy e Eklund, 1999). Essa espécie alcança 2,5 m e pode pesar 363 kg, apesar de existir registros raros de espécimes com 400 Kg.
© 2000 / WWW.CBCS.COM.BR
    Na estação reprodutiva que ocorre entre junho e dezembro, com pico de atividade indicada a partir de julho a setembro no leste do Golfo do México (Bullock et al. 1992), os indivíduos se agregam em número de até 100 para desovar em momentos e locais específicos. E. itajara é muito vunerável a sobrepesca, e aparentemente a estresses causados por água fria ou maré vermelha. outro fator que tem dificultado a recuperação da população dessa espécie é a destruição dos mangues que é um habitat frequente dos jovens meros.  Uma espécie criticamente em perigo de extinção, por esse motivo é protegido por lei em vários países, como por exemplo nos EUA desde 1990 e no Brasil desde 2002.

REFERÊNCIAS:
Freire,Adauberto Antônio Valera. Fauna Potiguar.Natal:EDUFRN,1997.
Petrobrás. Sercom. Espécies da Fauna Brasileira/Species of Brazilian Fauna. 1. Ed. Rio de Janeiro,1992. Pg:86-87.
Chan Tak-Chuen, T. & Padovani Ferreira, B. 2006. Epinephelus itajara. In: IUCN 2010.Lista Vermelha de Espécies Ameaçadas. Versão 2.010,4. <>.Transferido em 19 de janeiro de 2011.

Crédito das Fotos: 
Mero. Disponível em: http://www.cbcs.com.br/fotos/mero.htm Goliath Grouper (Epinephelus itajara). Disponível em:  http://www.bio.fsu.edu/coleman_lab/goliath_grouper.php Mergulho em Paraty. Disponível em:  http://www.indoviajar.com.br/brasil/rj/parati/mergulho-em-paraty.htm 
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5 comentários:

  1. Olá senhor Santos,fico feliz com sua participação nesse blog. O Mero é realmente enorme!!!
    Votos de Paz,Saúde e Sucesso para o senhor e família!!!Atenciosamente
    Francisco V. de Souza,Graduando em Ciências Biológicas.

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  2. Respostas
    1. Olá Jv Jackson,fico feliz com sua participação nesse blog. Sim, ele ocorre na costa potiguar. Para mais esclarecimentos, você poderá lê esse artigo>http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S1679-62252014000400803&script=sci_arttext< que apresenta a distribuição da espécie na costa brasileira, entre outras informações. Votos de Paz,Saúde e Sucesso para você e família!!!Atenciosamente
      Francisco V. de Souza,Graduado em Ciências Biológicas.

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  3. Este comentário foi removido pelo autor.

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